Sign by Dealighted - Black Friday Deals

Aqui pretende-se dar a conhecer o que de bom (e de menos bom) temos em Alcobaça.este blog é apenas a sequência do antigo blog "comentar a nossa terra".
Surge na sequência de um ataque informático encomendado por "um amigo" que não gostou da apreciação que dele aqui se fazia.
Este blog é a imagem das minhas opiniões e, como tal, sou a única responsável pelo meu livre pensamento.
Não me responsabilizo pelos comentários de terceiros, uma vez que não faço moderação dos mesmos

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Oferta de emprego

Não necessita ser muito inteligente mas tem de ter canudo
tem de ter vastissima experiência no assunto
envio de curriculum é imprescindivel

cargo disponivel: PORTEIRO (se tiver uma categoria abaixo de porteiro também serve) para cemitério (a obra já se encontra a concurso)

Indispensável saber falar pelo menos 2 linguas (não se aceitam exames enviados por fax)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Irra, mas alguém ainda acredita nos politicos?

A passagem do TGV coloca em causa, não só a economia de um país (a um passo de estar falido) mas, principalmente, a parte social, ambiental e patrimonial.
Eu esperava tudo menos ver o secretário-geral do PCP dizer que estava a favor deste projecto, desde que fossem criadas empresas que fabricassem carris, parafusos, etc.
Ora estas empresas iriam empregar gente apenas durante a necessidade dos materiais. Apenas se adiavam problemas de desemprego.
no entanto, patrimónios sociais, históricos e ambientais não foram levados em conta pelo PCP, contrariamente ao defendido pelos CDU de Alcobaça.
Talvez fosse melhor o secretário-geral do PCP ouvir o que pensa Bruno Dias (que esteve no terreno e viu os prejuízos que a passagem do TGV teriam, por exemplo para Aljubarrota).
Isto mostra que os políticos estão mais interessados em fazer-se notar do que defender as causas das populações.
Esta foi só mais uma desilusão nas atitudes politicas de alguns partidos.
Claro que, para marcar terreno, iremos em breve, ver o Louçã a dizer que só se abstêm se lhe derem contra partidas.
Uns, serviram-se da batalha da população para terem hoje altos cargos municipais, outros fingem estar ao lado das populações para, no momento decisivo, mostrarem as garras e darem o dito por não dito.
Só temos uma hipótese: encontrar um país para onde possamos emigrar....

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Qual crise?

Portugal está em crise?
Não parece!
2 mil milhões de pedido de crédito à banca internacional para ajudar a Grécia?
Assinatura do contrato relativo ao 1º troço do tgv?
Não abdicar de obras e estudadas para um período em que nem se falava em crise?

Quem vai pagar isto?
Os desempregados que tenham o azar de não conseguir emprego
Os desempregados que não têm direito a subsidio
As empresas que já têm dificuldades em ter portas abertas
Os reformados e pensionistas que se vão mantendo com míseros 200 euros
os funcionários públicos que não conseguem fugir ao fisco
Os que têm de andar na estrada e pagar portagens
As PMEs
os nossos filhos
os nossos netos

Quem não vai pagar isto?
Os gestores de empresas públicas ou de participação pública
As autarquias que vendo o exemplo de cima se vão endividando comprando terrenos inúteis
Os ministros, secretários de estado, secretários dos secretários de Estado e deputados
Os "espertos" que têm casinhas, água e luz de borla, vendem em feiras sem pagar impostos e que ainda têm direito a subsídios de reinserção (reinserção? Alguma vez fizeram algum esforço para se inserir?)

Vamos vermo-nos gregos para pagar a divida que, os que não tencionam estar na lista dos pagadores, criaram com ideias megalómanas e, agora....ainda vamos ajudar a Grécia a pagar a má gestão grega.

Ah Grande Sócrates, só é pena que sejas o oposto do outro Sócrates que era sábio...
Será que o governo já ajudou a Madeira na sua reconstrução? O dinheiro que vai para um TGV (que não vai transportar mercadorias) não daria para reconstruir a vida destes portugueses?

Assembleia de Freguesia - sessão extraórdinária

EDITAL

Reunião extraordinária da Assembleia de Freguesia

Vitor Manuel Ferreira dos Santos, Presidente da Assembleia de Freguesia de Prazeres de Aljubarrota, vem por meio da presente convocar Vossa Exª. para uma reunião extraordinária desta Assembleia de Freguesia, no próximo dia 07 Maio 2010 (sexta feira), pelas 21.00 H, na sede da Junta de Freguesia, com a seguinte ordem de trabalhos:



Ordem do Dia:

Ponto um: Constituição da Comissão para Revisão do PDM;

Ponto dois: Aprovação do Regulamento;

Ponte três: Tomada de Posse.



Para constar se publica o presente e outros de igual teor que vão ser afixados nos lugares públicos de costume.



Aljubarrota, 29 de Abril de 2010

O Presidente da Assembleia

_________________________________________

(Vítor Manuel Ferreira dos Santos)

sábado, 1 de maio de 2010

Ainda a entrevista do RC

Não consegui entender porque é que agora, exactamente agora e passado mais de 1 ano "da fuga" do ex-candidato a candidato à AM, o RC decidiu dar importância ao frustrado aspirante a vereador da cultura.

mas o facto é que, já descansados devido ao seu afastamento, tivemos de levar com ele numa página inteira (e logo numa página par) onde li o seguinte:

(...)"A pessoa que faz a crítica está no direito de a fazer, dentro dos limites da liberdade de imprensa. Havendo algo que tenha a ver com a religião, a sexualidade,a honorabilidade da pessoa"(...)

Então vamos recordar o que toca à religião, sexualidade e honorabilidade (fotos retiradas do blog ecos e comentários):

Bem, as montagens estão engraçadas mas não pode, agora, vir o autor dizer que respeita os valores religiosos e de honorabilidade dos visados.

Sinceramente, acho que este cavalheiro ficava bem melhor a fazer projectos de bonecos tipicos das Caldas ou, assim....










sexta-feira, 30 de abril de 2010

Quem era o preservativo neste negócio?

'Bava assumiu a paternidade, eu assumo-me como a pílula do dia seguinte' (Sol)

Só ainda ninguém disse quem, nesta transacção sexual, estava metido neste bacanal!

Quem virá a seguir dizer que foi o preservativo?

E não havia uma mãe?

Então este era um negócio gay!

comentário à entrevista do RC a António Delgado

Foi com espanto que li as declarações de António Delgado sobre o que se passou e o que se passa em Alcobaça.
Nascido no concelho, este cavalheiro (que nunca fez nada pela terra e que nunca deu uma ideia) arroga-se no direito de julgar o actual presidente da câmara (de quem ele próprio diz não saber o que está programado ou já foi feito) pelo seu desempenho enquanto presidente da AM.
Com a arrogância e a mania de que tudo sabe, este cavalheiro (que foi exactamente o culpado por grande parte da divisão entre os socialistas da CP anterior) queria ser vereador da cultura. Preterido por Pedrosa nesse intento e colocado como candidato à AM (sem consulta sobre a matéria aos demais membros do movimento independente), o ex-candidato a candidato à AM acabou por trair amigos e ser traido por outra aberração: o candidato a nº 2 na lista dos independentes.
Só mesmo alguém pouco conhecedor da realidade social e económica do concelho para vir cobrar "construções" em 5 meses de governação Paulo Inácio. Mostra uma ignorância de gestão imperdoável na pessoa do sr dr sabe tudo.
Todos sabiamos que, quem ganhásse a câmara iria ter um dificil percurso nos próximos 4 anos. Sapinho e Bonifácio haviam comprometido a instituição por mais de 20 anos. O buraco era enorme e os contratos eram dúbios.
A água em alta, a compra da Quinta da Cela (para um hospital que vai para Caldas), os compromissos firmados e as dividas a fornecedores iriam limitar qualquer governação nestes próximos anos.
Os disparates de Sócrates vieram piorar todas as tentativas de "construção", não só em Alcobaça mas em todo o país (recordo que Sócrates não é PSD).
"Creio que esta autarquia deveria falar menos e trabalhar mais" - SR, PROF, DR e o que mais queira que lhe chamem, o que é que o senhor fez, ou seja, quantas ideias deu para o concelho? Trabalho? O senhor nem se "deu ao trabalho" de recolher assinaturas suficientes para ser candidato, esperando ter os seres menores, ou seja, os não doutorados, para trabalharem por si (mesmo andando nas suas costas a congeminar formas de, depois de ter as assinaturas, os afastar) vem falar de trabalho?
Fala de trabalho? Conhecemos algum seu? Tem mais alguma ideia que não a preocupação com os WCs do Mosteiro?
Quanto ao seu afastamento da posição de candidato à AM: quer que lhe recorde que o Pedrosa estava sozinho nesta intenção de o ter como candidato? Sabe que em Alcobaça se comentou que o sr andava a namorar todos os partidos para ver onde se poderia encaixar?
Ainda vem dizer que foi perseguido por todos os partidos? O PS? - Bem só lá esteve enquanto alguém lutou para que a comissão se mantivesse porque, lá dentro, muita coisa não foi aprovada por sua causa e nem o seu falar melancólico (e que causava sonolencia) convencia ambas as listas.
Muitos teriam mantido a palavra com o Pedrosa se você tem tido a hombridade de sair. Mas não! Ser vereador da cultura iria dar-lhe visibilidade, uma vez que poucos o conheciam (e os que o conheciam não gostavam de si e não por ser polémico mas, porque grande parte percebeu as suas intenções politicas).
O PSD? Decerto, não são burros e já têm o trabalho de lidar com alguns "trepadores deles".
A CDU? Porquê? Nunca os vi ou ouvi falar de si. Talvez porque, segundo palavras suas, "é preciso ter alguma importância para falarem em nós" - eles foram sábios, nem em si falavam!
Quando se refere ao facto de não ter feito parte das listas do Ps nestas eleições, alguém o convidaria? Desafio alguém a dizer que o tenha convidado seja para o que for dentro do PS (já basta o BE o ter convidado para fazer parte das listas de Adelino granja - segundo informação do próprio AD)
Mais à frente, na entrevista, questiona as linhas apontadas pelo PSD. Estranho, não apresenta qualquer linha alternativa....talvez porque não a tenha (felizmente).
Mais adiante: "Alcobaça tem de enfrentar os problemas de frente" - Boa, para quem, quando "viu o caso mal parado para o seu lado" deu "de frosques".... está tudo dito!
Eu não defendo ninguém mas, não posso e não devo (como cidadã atenta e.... que até vive no concelho) calar-me perante os disparates que este senhor diz no RC.
Congratulo-me, no entanto, que tenha entrado para a ESAD (terá sido um concurso transparente ou será igual à nomeação de Alzira Henriques e Acácio Barbosa para a Fundação Clérico?). Caldas é, decerto, o local ideal para este "senhor professor doutor". Aqui, ele não faz nem mais um.......

quinta-feira, 29 de abril de 2010

ASSIM SIM!

Já se começa a ver o potencial da ideias do novo presidente do PSD na vida politica nacional.
Ao jeito de um homem inteligente, belíssimo leitor da situação politica em determinado momento e defensor de todo o tipo de independência do nosso país, fica uma questão: Não teria sido bom para o país que o PSD tivesse dado valor a este Homem ao invés de ter levado à presidência do maior partido da oposição uma senhora que, mesmo calada em momentos em que se esperava ouvir ideias, só conseguiu crispação dentro e fora do seu partido?
Passos Coelho mostrou que, acima de todas as divergências politicas, o mais importante é defender o país, juntar ideias e não usar "o bota-baixismo" apenas por dá cá aquela palha".
Outro partido que poderia, talvez através de um jovem com muito valor politico - Bruno Dias, dar um contributo mais social a esta tentativa de salvar Portugal, seria a CDU.
Sem o extremismo do BE (que critica mas não aponta soluções), a CDU tem agora uma grande oportunidade de mostrar que está disponível a participar nesta luta difícil, que é a de manter Portugal como país independente.
Mas muitos dirão: A CDU em acordo com a direita ou até mesmo com o centro direita? Eu diria que é possível!
A bem da Nação e de podermos legar um país um pouco melhor aos nossos filhos e aos nossos netos, talvez o protelar, no tempo, algumas matérias que são caracteristicas de alguns partidos, nos permitisse conduzir o país a uma certa estabilidade.
Talvez o unir de esforços possa mostrar que os partidos não servem apenas para "arranjar tachos aos amigos" mas também, (e este deveria ser o principio fundamental) defender Portugal das sangue-sujas externas (e de algumas internas).
A minha modesta leitura deste passo do Presidente do PSD é que, afinal, pelo menos nele e no grupo dele, existe "o verdadeiro de nós para nós" (assim alguns soubessem dar-lhe seguimento, por exemplo, em algumas autarquias).
O "dedo" dele já parece estar patente na hipotética vontade do malogrado primeiro-ministro de Portugal, em recuar com obras fúteis e megalómanas como a do TGV e da nova ponte. Aqui, a CDU (desde sempre defensora do não ao TGV) poderia dar um contributo útil (sem facciosismo e de um modo sustentado e realista).
Há ainda uma figura "que foi a reboque" de Pedro Passos Coelho: Paulo Portas.
Este politico, talvez por não ter nenhuma feira a sustentar a sua ideia (ou falta dela), aproveitou "o barco do PSD" para vir, umas horas depois, dizer que também é patriota e que também quer ajudar a salvar Portugal... Fica no ar o oportunismo politico indo a reboque do PSD.
E usando as palavras de uma figura politica alcobacense da actualidade "que interessa a paternidade do que foi mal feito?" (referia-se aos maus contratos feitos pelo seu antecessor), "o que interessa é o que se faz no presente e que se vai transportar para o futuro"....
Boa Passos Coelho! Fica o que fez no presente e será recordado no futuro... (na próxima ida às urnas, sem sabe?....)

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações
que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar a alguém aquilo que não tira de outro alguém.

Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a. "


Adrian Rogers, 1931

segunda-feira, 26 de abril de 2010

É preciso lata!

tenho ou não razão? Esta gente anda ou não a comer à nossa conta?
Nós que aguentemos o pec , esta gente vive do pack (de oportunismo, tachismo e mama):


Talvez o melhor seja preparar um novo 25 de Abril.
Este tem pouco para comemorar
Mais uma vez a situação está insustentável.
Venham novos politicos, de preferência de novas profissões:
mais e melhor gestão!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

esclarecimentos

Devido à recepção de alguns emails onde me eram pedidos esclarecimentos sobre os comentários que fiz aos comentários do Alberto e do Joel:
  • há compradrios nas localizações das bancas na medieval, sim: uma sra dra da câmara e uma secretária do pelouro da cultura têm sempre lugar cativo frente à sede das Juntas.
  • Há uma descarga de fruta que é efectuada (sempre no periodo da manhã) para um carro que tem uma matricula que se inicia por CM. E o facto é que, em todos estes anos, a banca da fruta tem tido lugar cativo e previligiado...
  • os artesãos que trabalham em barro (o que requer sombra e piso direito) têm sido remetidos para lugares ao sol e de pouca passagem.
  • O pessoal da freguesia (salvo os que têm influência ou na câmara ou no PSD)tem sido, sistematicamente "enviado" para locais de pouca visibilidade, ao sol e sem luz para garantir visibilidade à noite.
  • Em momentos de grandes chuvadas, só alguns "amigos" tiveram direito a pláticos de protecção. Nestes casos, as responsáveis pelo eventos (vereadora, Dra Sónia, etc) estavam demasiado "ocupadas" para ouvir os feirantes (normalmente recolhidas e a comer do bom e do melhor ao abrigo da "sua posição social" e previligiada por "serem as representantes da vereadora no evento")
  • A vereadora aparecia apenas para, "vestida de dama antiga" (onde o traje nem sequer respeitava os da época), colocar uma coroa junto à estátua da padeira e de D. Nuno (eu até duvido que conheça a história, tal como o Sapinho achava que a batalha se dera 1 século antes).
  • O vice-presidente, de perninha em meias de licra (mostrando o ridiculo de uma governação), ia cumprimentando os servos (feirantes), bem à moda de Paulo Portas (nas feiras), tentando angariar sorrisos dos que, eventualmente, pudessem ser militantes do PSD e dar-lhe votos para ser presidente da concelhia e candidato à câmara

Este foi o panorama da medieval de 2009. Eu esperava mais proximidade com a câmara recém eleita!

Até dei um voto de confiança mas....os "servos" vão continuar como "mão-de-obra barata" e objectos para uma futura "guerra politica".

Estão esclarecidos? Talvez os "aludidos" vos possam elucidar mais....ou não!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

De nós para nós quererá dizer "só nós"?

A Medieval de Aljubarrota começou, há uns anos atrás, por iniciativa da Misericórdia e com a boa vontade e empenho da população.
Todos trabalhavam "de borla" para divulgar, uma única vez no ano, um evento cultural e histórico alusivo à nossa região.
Mais tarde, a câmara tomou as rédeas (porque este é o 2º maior evento do concelho ) e sem dar contrapartidas, "permitia" aos artesãos mostrarem os seus trabalhos, a troco de 100 euros de caução, a descriminarão dos lugares e umas refeições "de borla" aos funcionários camarários e seguranças contratadas.
E todos continuaram a ajudar e a trabalhar mais de 12 horas à chuva ou ao sol para divulgar os produtos da região.
Preferiríamos ter de pagar metade mas termos condições: não colocar gente a trabalhar ao vivo em barro, debaixo da torreira do sol, sortear os lugares ao invés de as funcionárias da câmara terem lugares previligiados, acabarem com a feira à meia-noite quando ainda o recinto se encontra atolado de gente....
Os participantes aguentaram tudo o que lhes foi imposto pela autocracia camarária e, agora, vem a teoria do nós para nós, impor a quem trabalha todo o ano (sem qualquer apoio ou sinal de atenção por parte da câmara) que ainda pague 10 € por m2 (caso tenha banca própria) e mais 25€ a quem necessite de banca da câmara (que não tem condições em caso de chuva ou sol).
Benesses para quem trabalha ao vivo? Zero!
Em reunião de câmara a vereadora teve a distinta lata de dizer que as pessoas foram ouvidas. Quem? Os artesãos não foram ouvidos, as colectividades? Duvido! O presidente de Junta?
Tive o cuidado de falar com ele que me disse que o que foi proposto foi o pagamento (sem devolução) da quantia de 50 € mas que haveriam mais condições e beneficios.
~
Quem fala verdade? Quem mente ou omite?
O facto é que os "de nós" nunca foram ouvidos, nunca ninguém se preocupou se tinhamos ou não condições desde que se pudessem pavonear com o esforço do trabalho dos outros.
A vereadora mentiu quando disse que havia concordância de todos.
O facto é que parece que funciona melhor o "para nós" do que o "de nós".
Se o que a câmara quer é apresentar artesãos vindos de fora. Assim seja! É hora de nos colectarmos noutros concelhos que saibam dar valor ao artesanato.
E temos um aqui tão perto!.....
Não vale a pena lutarmos para ajudar a câmara a descalçar as botas dos buracos em que se meteu porque não nos dão valor nenhum.
Continuaremos a ser mão-de-obra barata que eles julgam ter obrigação de pagar "os terrenos" comprados aos amigos para instalar o hospital fantasma que, parece que até vai para Caldas.
O problema é que continuam a ter não mão os subservientes que lhes abanam a cabeça em sinal de consentimento porque precisam de favorzinhos e/promoções ou nomeações.
Dar um voto de confiança não implica dizer a tudo que sim. Oiçam-nos, aproximem-se do povo e depois peçam-nos para darmos as mãos pelo progresso do concelho e da freguesia.
Os artesãos e a população de Aljubarrota não são propriedade de alguns. Somos gente e.... gente que quer ser ouvida antes que decidam sobre os nossos espaços, os nossos trabalhos e ....os nossos esforços!
deixem de ser arrogantes e de julgarem ser donos de Alcobaça!
Agora sim: desisto de Aljubarrota e de Alcobaça! Não vale a pena lutar porque há interesses instalados que nunca vão desaparecer. Provavelmente, até irão enraizar-se mais!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Assim NÃO!

Tenho vindo a observar as mudanças de postura de alguns elementos da Câmara de Alcobaça e até da Assembleia Municipal.
E têm sido muitas!
César Santos, nas sessões iniciais tentou ser mais comedido e com uma postura mais suave.
Raúl Duarte, esse, não muda mesmo! Há-de ser, eternamente, o homem que julga tudo saber mas que, na realidade, nada mais faz do que criar o riso dos presentes e o embaraço dos seus colegas de bancada.
A presidente de Junta da Maiorga passou a "conversar" com os seus colegas de partido e já nem vota de forma diferente deles (o que fazia até há bem pouco tempo atrás).
Bem...pelo menos já percebeu que estava lá por inerência das funções que exerce na Junta. Assim outros o percebessem...
O que eu não esperava era ouvir o secretário (que foi nomeado e não eleito) do Presidente da Câmara dizer a um deputado (democraticamente eleito) : "VAI MAS É PARA CASA!".
Não é esta a imagem que esta nova equipa camarária tem querido dar aos munícipes e espero que não volte o tempo sapónico do "se estás contra mim é melhor saíres daqui!"
Paulo Inácio já tem vários problemas graves do concelho e, agora, passa a ter mais um: um secretário que não percebe a responsabilidade do cargo que tem e que, com atitudes destas desrespeitou, não só o deputado César Santos (a quem ele proferiu aquelas palavras) mas também todos os presentes, incluindo o homem de quem ele é assessor.
Isto foi uma vergonha para a democracia alcobacense e um desrespeito para os cidadãos que elegeram o deputado atingido.
Mas, o mais grave , é que o Presidente da Assembleia Municipal ,que até se esquece de passar ao ponto 4 da ordem de trabalhos e de abrir inscrições para intervenção dos deputados ( e que, prontamente, o Presidente da Câmara, não esquecendo ainda os seus tempos de Presidente da Assembleia, aproveitou para "fazer uma perninha" e deu inicio ao ponto 4), não teve coragem para reagir a esta atitude desagradável, de uma pessoas que não fazia parte da Assembleia, contra um Deputado do Concelho.
Uma atitude correcta seria a advertência ao sr secretário do Presidente e, em caso de reiterar, pedia-lhe que abandonasse a sala. Mas....pulso fraco num cargo como o de Presidente da Assembleia?
Assim Não meus senhores!
Quer se concorde ou não com as ideias dos outros, há que respeitar todos!
Assim não, meus senhores!

domingo, 18 de abril de 2010

As minhas perguntas à Assembleia de Freguesia no dia 16 de Abril 2010

· A Assembleia de Freguesia tem conhecimento de um estudo realizado em 2002, onde se faziam propostas de alteração ao PDM na Freguesia? A pedido de quem foi feito e por quem foi executado?

· Tem conhecimento das propostas feitas com base nesse estudo?

· Tem conhecimento das reuniões feitas com os fregueses e do resultado das mesmas sobre este assunto?

· Não sendo Paulo Inácio, à data, Presidente da CMA, e tendo por isso desculpa para desconhecer o estudo, já algum órgão da Freguesia teve o cuidado de o informar sobre a sua existência? Foi-lhe entregue nova cópia?

· Sendo a adaptação do PROT-OV ao PDM um assunto que afecta a Freguesia de Prazeres, não seria (pelo menos moralmente) desejável a presença de todos os órgão da freguesia na Assembleia em que (utopicamente falando) este assunto foi debatido, votado e cujo resultado foi ilegalmente entregue ao Governo Central?

· A Assembleia de Freguesia (como órgão de fiscalização do executivo) ou o próprio Executivo, têm conhecimento de quantos terrenos são afectados com a decisão aprovada em AM?

· Os proprietários desses terrenos já foram contactados ou já foi feita alguma reunião com eles para os elucidar sobre a decisão e sobre as suas implicações durante (pelo menos) 2 anos?

· Os órgãos que emanam da AF e da JF tiveram em conta a desvalorização patrimonial dos terrenos destes seus fregueses?

· O executivo da Junta, tendo em conta os interesses dos seus fregueses não deveriam ter consultado a AF antes de decidirem a sua intenção de voto, recorrendo a uma sessão extra ordinária?

· Os deputados, mesa da AJ e demais órgãos eleitos para a freguesia não deveriam estar presentes (mesmo não tendo direito a voto) em AMs em que estão em causa interesses dos seus fregueses? Será apenas um espelho da apatia politica de todos?

· Qual a legitimidade desta Assembleia para colocar à discussão (ponto 4), ou deliberar, sobre um assunto relacionado com um imóvel que se encontra na Freguesia de S. Vicente?

· Tendo havido já várias datas para o inicio (e até para o terminus) das obras na escola EB1 de Aljubarrota, alguém poderá informar o que se passou para os sucessivos adiamentos?

· Em nome da transparência, poderá o Presidente da Assembleia ou o Presidente da Junta, fornecer a esta Assembleia e aos fregueses a data do edital do concurso que levou à avença com a empresa que, actualmente, faz a manutenção dos espaços verdes da Freguesia (concurso que, segundo o Presidente do Executivo existiu)

· Quantas empresas concorreram? Qual o critério de selecção? Qual o valor mensal da avença? Em que parâmetro do orçamento está cabimentado esse valor?

· Porque razão não é a CMA a fazer a manutenção dos espaços verdes, como faz, por exemplo, em S. Vicente?

Caros amigos, se isto é lavagem de roupa suja...como deveria colocar as questões?

E os outros fregueses que apresentaram questões? Como o deveriam ter feito para não serem considerados lavadores de roupa suja?

Não gostam de ser questionados? Pelo que foi dito, o voto POR INERÊNCIA dos presidentes de junta é pessoal e não representa o voto da freguesia. Se assim é, porque estão lá por inerência? Porque não entraram numa lista e foram a votos como os demais deputados?

No caso da adaptação do PROT ao PDM, o que estes políticos temiam era a revolta de toda a população (até os que tinham terrenos em áreas urbanas deixariam de poder construir). Assim, "só têm à perna" os que estavam em zonas de transição e que agora nem sabem bem em que tipo de zona estão...

Se todos os presidentes de junta tivessem votado contra (como aconteceu na Nazaré), os juristas da CMA teriam procurado uma solução (Nazaré encontrou) , mais que não fosse por temerem a reacção da população prejudicada.

E, agora? Já percebem porque as nossas questões são "lavagem de roupa suja", quer para os que não fizeram o trabalho, quer para os que não os pressionaram para o fazer?

O problema destes senhores é ainda haver gente verdadeiramente atenta a estas questões que dizem respeito a grande parte dos munícipes de Alcobaça.E, claro que isso não lhes dá jeito nenhum!