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Surge na sequência de um ataque informático encomendado por "um amigo" que não gostou da apreciação que dele aqui se fazia.
Este blog é a imagem das minhas opiniões e, como tal, sou a única responsável pelo meu livre pensamento.
Não me responsabilizo pelos comentários de terceiros, uma vez que não faço moderação dos mesmos
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Oferta de emprego
terça-feira, 4 de maio de 2010
Irra, mas alguém ainda acredita nos politicos?
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Qual crise?
Assembleia de Freguesia - sessão extraórdinária
Reunião extraordinária da Assembleia de Freguesia
sábado, 1 de maio de 2010
Ainda a entrevista do RC
mas o facto é que, já descansados devido ao seu afastamento, tivemos de levar com ele numa página inteira (e logo numa página par) onde li o seguinte:
Então vamos recordar o que toca à religião, sexualidade e honorabilidade (fotos retiradas do blog ecos e comentários):


sexta-feira, 30 de abril de 2010
Quem era o preservativo neste negócio?
'Bava assumiu a paternidade, eu assumo-me como a pílula do dia seguinte' (Sol)
Só ainda ninguém disse quem, nesta transacção sexual, estava metido neste bacanal!
Quem virá a seguir dizer que foi o preservativo?
E não havia uma mãe?
Então este era um negócio gay!
comentário à entrevista do RC a António Delgado
quinta-feira, 29 de abril de 2010
ASSIM SIM!
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações
que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar a alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a. "
Adrian Rogers, 1931
segunda-feira, 26 de abril de 2010
É preciso lata!
Nós que aguentemos o pec , esta gente vive do pack (de oportunismo, tachismo e mama):
sexta-feira, 23 de abril de 2010
esclarecimentos
- há compradrios nas localizações das bancas na medieval, sim: uma sra dra da câmara e uma secretária do pelouro da cultura têm sempre lugar cativo frente à sede das Juntas.
- Há uma descarga de fruta que é efectuada (sempre no periodo da manhã) para um carro que tem uma matricula que se inicia por CM. E o facto é que, em todos estes anos, a banca da fruta tem tido lugar cativo e previligiado...
- os artesãos que trabalham em barro (o que requer sombra e piso direito) têm sido remetidos para lugares ao sol e de pouca passagem.
- O pessoal da freguesia (salvo os que têm influência ou na câmara ou no PSD)tem sido, sistematicamente "enviado" para locais de pouca visibilidade, ao sol e sem luz para garantir visibilidade à noite.
- Em momentos de grandes chuvadas, só alguns "amigos" tiveram direito a pláticos de protecção. Nestes casos, as responsáveis pelo eventos (vereadora, Dra Sónia, etc) estavam demasiado "ocupadas" para ouvir os feirantes (normalmente recolhidas e a comer do bom e do melhor ao abrigo da "sua posição social" e previligiada por "serem as representantes da vereadora no evento")
- A vereadora aparecia apenas para, "vestida de dama antiga" (onde o traje nem sequer respeitava os da época), colocar uma coroa junto à estátua da padeira e de D. Nuno (eu até duvido que conheça a história, tal como o Sapinho achava que a batalha se dera 1 século antes).
- O vice-presidente, de perninha em meias de licra (mostrando o ridiculo de uma governação), ia cumprimentando os servos (feirantes), bem à moda de Paulo Portas (nas feiras), tentando angariar sorrisos dos que, eventualmente, pudessem ser militantes do PSD e dar-lhe votos para ser presidente da concelhia e candidato à câmara
Este foi o panorama da medieval de 2009. Eu esperava mais proximidade com a câmara recém eleita!
Até dei um voto de confiança mas....os "servos" vão continuar como "mão-de-obra barata" e objectos para uma futura "guerra politica".
Estão esclarecidos? Talvez os "aludidos" vos possam elucidar mais....ou não!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
De nós para nós quererá dizer "só nós"?
terça-feira, 20 de abril de 2010
Assim NÃO!
domingo, 18 de abril de 2010
As minhas perguntas à Assembleia de Freguesia no dia 16 de Abril 2010
· A Assembleia de Freguesia tem conhecimento de um estudo realizado em 2002, onde se faziam propostas de alteração ao PDM na Freguesia? A pedido de quem foi feito e por quem foi executado?
· Tem conhecimento das propostas feitas com base nesse estudo?
· Tem conhecimento das reuniões feitas com os fregueses e do resultado das mesmas sobre este assunto?
· Não sendo Paulo Inácio, à data, Presidente da CMA, e tendo por isso desculpa para desconhecer o estudo, já algum órgão da Freguesia teve o cuidado de o informar sobre a sua existência? Foi-lhe entregue nova cópia?
· Sendo a adaptação do PROT-OV ao PDM um assunto que afecta a Freguesia de Prazeres, não seria (pelo menos moralmente) desejável a presença de todos os órgão da freguesia na Assembleia em que (utopicamente falando) este assunto foi debatido, votado e cujo resultado foi ilegalmente entregue ao Governo Central?
· A Assembleia de Freguesia (como órgão de fiscalização do executivo) ou o próprio Executivo, têm conhecimento de quantos terrenos são afectados com a decisão aprovada em AM?
· Os proprietários desses terrenos já foram contactados ou já foi feita alguma reunião com eles para os elucidar sobre a decisão e sobre as suas implicações durante (pelo menos) 2 anos?
· Os órgãos que emanam da AF e da JF tiveram em conta a desvalorização patrimonial dos terrenos destes seus fregueses?
· O executivo da Junta, tendo em conta os interesses dos seus fregueses não deveriam ter consultado a AF antes de decidirem a sua intenção de voto, recorrendo a uma sessão extra ordinária?
· Os deputados, mesa da AJ e demais órgãos eleitos para a freguesia não deveriam estar presentes (mesmo não tendo direito a voto) em AMs em que estão em causa interesses dos seus fregueses? Será apenas um espelho da apatia politica de todos?
· Qual a legitimidade desta Assembleia para colocar à discussão (ponto 4), ou deliberar, sobre um assunto relacionado com um imóvel que se encontra na Freguesia de S. Vicente?
· Tendo havido já várias datas para o inicio (e até para o terminus) das obras na escola EB1 de Aljubarrota, alguém poderá informar o que se passou para os sucessivos adiamentos?
· Em nome da transparência, poderá o Presidente da Assembleia ou o Presidente da Junta, fornecer a esta Assembleia e aos fregueses a data do edital do concurso que levou à avença com a empresa que, actualmente, faz a manutenção dos espaços verdes da Freguesia (concurso que, segundo o Presidente do Executivo existiu)
· Quantas empresas concorreram? Qual o critério de selecção? Qual o valor mensal da avença? Em que parâmetro do orçamento está cabimentado esse valor?
· Porque razão não é a CMA a fazer a manutenção dos espaços verdes, como faz, por exemplo, em S. Vicente?
Caros amigos, se isto é lavagem de roupa suja...como deveria colocar as questões?
E os outros fregueses que apresentaram questões? Como o deveriam ter feito para não serem considerados lavadores de roupa suja?
Não gostam de ser questionados? Pelo que foi dito, o voto POR INERÊNCIA dos presidentes de junta é pessoal e não representa o voto da freguesia. Se assim é, porque estão lá por inerência? Porque não entraram numa lista e foram a votos como os demais deputados?
No caso da adaptação do PROT ao PDM, o que estes políticos temiam era a revolta de toda a população (até os que tinham terrenos em áreas urbanas deixariam de poder construir). Assim, "só têm à perna" os que estavam em zonas de transição e que agora nem sabem bem em que tipo de zona estão...
Se todos os presidentes de junta tivessem votado contra (como aconteceu na Nazaré), os juristas da CMA teriam procurado uma solução (Nazaré encontrou) , mais que não fosse por temerem a reacção da população prejudicada.
E, agora? Já percebem porque as nossas questões são "lavagem de roupa suja", quer para os que não fizeram o trabalho, quer para os que não os pressionaram para o fazer?
O problema destes senhores é ainda haver gente verdadeiramente atenta a estas questões que dizem respeito a grande parte dos munícipes de Alcobaça.E, claro que isso não lhes dá jeito nenhum!