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Aqui pretende-se dar a conhecer o que de bom (e de menos bom) temos em Alcobaça.este blog é apenas a sequência do antigo blog "comentar a nossa terra".
Surge na sequência de um ataque informático encomendado por "um amigo" que não gostou da apreciação que dele aqui se fazia.
Este blog é a imagem das minhas opiniões e, como tal, sou a única responsável pelo meu livre pensamento.
Não me responsabilizo pelos comentários de terceiros, uma vez que não faço moderação dos mesmos

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Artesanato de mãos dadas com o Parque dos Monges

Mais uma belissima pareceria de duas entidades que se esforçam para lançar Alcobaça.
a AAOTA e o Parque dos Monges estão de mão dada. Juntar a natureza com o artesanato é, sem dúvida, uma ideia com futuro.
Venha disfrutar de tudo isto nos dias 16, 17 e 18 de Dezembro.
Artesanato, orquestras, música popular, dança....tudo isto graças ao bom relacionamento entre a AAOTA e o Parque dos Monges (Chiqueda).
Aguardamos por si!



terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Artesanato de mão dada com o Fado

Este evento foi, de facto, uma forma de mostrar que, com empenho, tudo se consegue.
Artistas, artesãos, junta de freguesia, parque dos monges e cma, quando juntam esforços conseguem este belissimo ambiente.
Foi a primeira vez que, no Concelho de Alcobaça, o Artesanato esteve de mão dada com o Fado.
Foi um sucesso, uma paródia e...um ambiente que fez recordar as reuniões ao serão.
Estamos todos de parabéns e, para tal, muito devemos ao facto de a Vereadora da cultura (Mónica Baptista) ter acreditado neste projecto.
Obstáculos? Muitos! Mas ninguém contava com tanta união de esforços de entidades públicas e privadas.
Unidos conseguiremos ajudar Alcobaça a ultrapassar a crise...
Como cidadã e como artesã, os meus agradecimentos a todos quantos permitiram que este evento se tornasse num sucesso!



Artesanato de mão dada com o Fado na Benedita FM

Turquel: “Artesanato de mãos dadas com o fado” superou todas as expetativas Dec 6th, 2011 | By admin | Category: Destaque
Decorreu de 1 a 4 de dezembro, em Turquel, o evento “Artesanato de mãos dadas com o fado”. Foram 4 dias de muito artesanato, fado e a actuação da Banda Filarmónica Turquelense no último dia do evento.
A iniciativa foi organizada pela Associação de artesanato e ofícios de Alcobaça.
Lúcia Duarte, da direção da associação fez um balanço positivo deste evento. “Superou todas as expetativas dos artesãos”, disse à Benedita FM.
Este evento, foi uma mostra de que se pode fazer “algo diferente” pelo concelho, aliando o artesanato ao fado. “Nós divulgamos, fizemos tudo aquilo que achamos que pode enriquecer os artesãos, os artistas de Turquel e Alcobaça”, sublinhou.
José Tereso, Presidente da junta de freguesia de Turquel foi um bom evento para a freguesia e para os artesãos de Turquel que são muitos. “Foi uma mais valia para toda a gente, estamos todos de Parabéns”, referiu o autarca.
Depois de já ter passado por Aljubarrota, Benedita e Turquel a próxima feira da Associação de artesanato e ofícios de Alcobaça já está a ser preparada irá decorrer no Parque dos Monges, Chiqueda de 16 a 18 de Dezembro.
Texto: SF Foto: TM

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Vereador Rogério Raimundo referiu-se à AAOTA em reunião de Câmara

5.206.(19nov2011.18h35') Intervim na reunião de câmara 33.2011, de 18.11, saudando a criação da AAOTA


ver 5.148

O ano de 2011 é um ano histórico para os artesãos no nosso concelho.

Nunca houve tanta presença deles em feiras e eventos.

A criação da sua Associação de Artesanato e Ofícios culmina esse esforço constante.

Daí que faça aqui uma saudação especial a todos os que se empenham na criação e agora se organizam para a sua defesa e promoção!!!

Publicada por Rogério Manuel Madeira Raimundo
 
04/11/2011


5.148.(4nov2011.9h29') É de saudar: Artesãos organizam-se em Associação!

Tem sido um ano de muita presença dos artesãos nas freguesias e nas feiras...

*

via cister.fm

ARTESÃOS FAZEM LEVANTAMENTO DAS TRADIÇÕES DA REGIÃO

Publicado a 3 de Novembro de 2011



A Associação de Artesanato e Ofícios de Alcobaça (AAOTA) vai investigar as “tradições da nossa região”.

Lúcia Duarte explicou que com a criação desta associação de artesãos se espera que algo de positivo aconteça “para o artesanato, para os ofícios, para as tradições e, em especial para o concelho” de Alcobaça.

Ainda de acordo com a presidente da direção da AAOTA, “o intuito é pesquisar o mais possível a tradições da nossa região, utilizar as nossas artes para as divulgar e fazer parcerias, com entidades públicas e privadas”.

A maioria das juntas de freguesia do concelho de Alcobaça já se mostrou interessada na organização de uma feira de artesanato, pelo que o calendário de 2012 está já “bastante preenchido”.

A funcionar provisoriamente na sede da Junta de Freguesia de Aljubarrota, a AAOTA quer também ajudar a divulgar o nome de Alcobaça, desta feita através da participação em eventos organizados por outros municípios.

**

via tintafresca.net



Alcobaça





Artesãos criam Associação de Artesanato

e Ofícios Tradicionais de Alcobaça





Grupo fundador da Associação de Artesanato e Ofícios

Tradicionais de AlcobaçaA AAOTA - Associação de Artesanato e Ofícios Tradicionais de Alcobaça foi constituída no dia 31 de Outubro. Com 11 sócios fundadores, mas já com 70 sócios efectivos, a Associação pretende “pesquisar o mais possível sobre as tradições da nossa região, utilizar as nossas artes para as divulgar, fazer parcerias com entidades públicas e privadas, para que se possa levar o artesanato ao maior número possível de pessoas”. A sede funcionará provisoriamente na sede das Juntas de Freguesia de Aljubarrota.



A Associação de Artesanato foi constituída no dia 31 de Outubro, no Tribunal de Alcobaça, pelos seus sócios fundadores: Lúcia Duarte, José Lourenço Severino, Fernando Bernardo, Acácio Ribeiro, António Paulino, António Duarte, Susete Roxo, Ascensão Roxo, Sandra André, Inês Neves e David Alpiarça. A sede da associação será provisoriamente nas instalações das Juntas de Freguesia de Prazeres e S. Vicente de Aljubarrota. Neste momento fazem já parte da associação 70 sócios, sendo a quota mensal de 2,5 euros. Podem ser associados da AAOTA todos os interessados que sejam do concelho de Alcobaça.



Em conferência de imprensa, realizada no Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, Lúcia Duarte garantiu aos jornalistas que a AAOTA irá “pesquisar o mais possível sobre as tradições da nossa região, utilizar as nossas artes para as divulgar, fazer parcerias com entidades públicas e privadas, para que se possa levar o artesanato ao maior número possível de pessoas”.



A presidente da direcção referiu também que os objectivos da Associação de Artesanato e Ofícios Tradicionais de Alcobaça passam por “chegar a todo o concelho, angariar artesãos das mais diferentes áreas; agregar a música e a dança ao artesanato, através dos grupos ou ranchos folclóricos e divulgar Alcobaça e o seu artesanato junto dos concelhos vizinhos.”



Lúcia Duarte considerou que o dia 31 de Outubro “marca o primeiro de muitos dias que esperamos sejam bons para o artesanato, os ofícios e o concelho”. A artesã informou também que para “2012 o calendário já está recheado”, uma vez que “todos os presidentes de junta quiseram ter uma feira de artesanato na sua freguesia”.



Corpos gerentes da AAOTA



Assembleia-geral

Presidente: António Duarte

Vice-Presidente: Mafalda Moreira

Secretária: Filipa Norte



Conselho Fiscal

Presidente: Jorge Pereira

Vogal: Sandra André

vogal: Manuel Botelheiro



Direcção

Presidente: Lúcia Duarte

Vice-presidente: António Paulino

Tesoureiro: Acácio Ribeiro

1º secretario: Inês Neves

2º Secretário: Joaquim José Saraiva

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Artesanato de mãos dadas com o fado

Dia 21 de Novembro, pelas 10h, a BeneditaFM vai entrevistar o Presidente da Junta de Turquel e a Presidente da AAOTA.
Vai ser dado a conhecer o evento "Artesanato de mãos dadas com o Fado" e os projectos futuros da Associação de Artesãos e Oficios de Alcobaça.
Não perca pois é muito importante estarmos todos unidos no caminho de ajudar Alcobaça a revelar o seu potencial cultural e histórico.
Junte-se à AAOTA!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

neste Natal apoie....

AAOTA no Tinta Fresca

Edição Nº 132Director: Mário Lopes Domingo, 6 de Novembro de 2011
Alcobaça
  • Audio
  • Vídeo
Artesãos criam Associação de Artesanato
e Ofícios Tradicionais de Alcobaça

Grupo fundador da Associação de Artesanato e Ofícios
Tradicionais de Alcobaça
A AAOTA - Associação de Artesanato e Ofícios Tradicionais de Alcobaça foi constituída no dia 31 de Outubro. Com 11 sócios fundadores, mas já com 70 sócios efectivos, a Associação pretende “pesquisar o mais possível sobre as tradições da nossa região, utilizar as nossas artes para as divulgar, fazer parcerias com entidades públicas e privadas, para que se possa levar o artesanato ao maior número possível de pessoas”. A sede funcionará provisoriamente na sede das Juntas de Freguesia de Aljubarrota.

A Associação de Artesanato foi constituída no dia 31 de Outubro, no Tribunal de Alcobaça, pelos seus sócios fundadores: Lúcia Duarte, José Lourenço Severino, Fernando Bernardo, Acácio Ribeiro, António Paulino, António Duarte, Susete Roxo, Ascensão Roxo, Sandra André, Inês Neves e David Alpiarça. A sede da associação será provisoriamente nas instalações das Juntas de Freguesia de Prazeres e S. Vicente de Aljubarrota. Neste momento fazem já parte da associação 70 sócios, sendo a quota mensal de 2,5 euros. Podem ser associados da AAOTA todos os interessados que sejam do concelho de Alcobaça.

Em conferência de imprensa, realizada no Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça, Lúcia Duarte garantiu aos jornalistas que a AAOTA irá “pesquisar o mais possível sobre as tradições da nossa região, utilizar as nossas artes para as divulgar, fazer parcerias com entidades públicas e privadas, para que se possa levar o artesanato ao maior número possível de pessoas”.

A presidente da direcção referiu também que os objectivos da Associação de Artesanato e Ofícios Tradicionais de Alcobaça passam por “chegar a todo o concelho, angariar artesãos das mais diferentes áreas; agregar a música e a dança ao artesanato, através dos grupos ou ranchos folclóricos e divulgar Alcobaça e o seu artesanato junto dos concelhos vizinhos.”

Lúcia Duarte considerou que o dia 31 de Outubro “marca o primeiro de muitos dias que esperamos sejam bons para o artesanato, os ofícios e o concelho”. A artesã informou também que para “2012 o calendário já está recheado”, uma vez que “todos os presidentes de junta quiseram ter uma feira de artesanato na sua freguesia”.

Corpos gerentes da AAOTA

Assembleia-geral

Presidente: António Duarte
Vice-Presidente: Mafalda Moreira
Secretária: Filipa Norte

Conselho Fiscal
Presidente: Jorge Pereira
Vogal: Sandra André
vogal: Manuel Botelheiro

Direcção
Presidente: Lúcia Duarte
Vice-presidente: António Paulino
Tesoureiro: Acácio Ribeiro
1º secretario: Inês Neves
2º Secretário: Joaquim José Saraiva

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Carta ao sr ministro. A qual? Áquele que me está a ajudar!

Um amigo mandou-me este texto por email. Achei tão realista que decidi partilhar convosco. Desconheço o autor.



Há dias um pobre pediu-me esmola. Depois, encorajado pela minha generosidade e esperançoso na minha gravata, perguntou se eu fazia o favor de entregar uma carta ao senhor ministro. Perguntei-lhe qual ministro e ele, depois de pensar um pouco, acabou por dizer que era ao ministro que o andava a ajudar.
O texto é este:

"Senhor ministro, queria pedir-lhe uma grande ajuda: veja lá se deixa de me ajudar. Não me conhece, mas tenho 72 anos, fui pobre e trabalhei toda a vida. Vivia até há uns meses num lar com a minha magra reforma. Tudo ia quase bem até o senhor me querer ajudar.
Há dois anos vierem uns inspectores ao lar. Disseram que eram de uma coisa chamada Azai. Não sei o que seja. O que sei é que destruíram a marmelada oferecida pelos vizinhos e levaram frangos e doces dados como esmola. Até os pastelinhos da senhora Francisca, de que eu gostava tanto, foram deitados fora. Falei com um deles, e ele disse-me que tudo era para nosso bem, porque aqueles produtos, que não estavam devidamente embalados, etiquetados e refrigerados, podiam criar graves problemas sanitários e alimentares.

Não percebi nada e perguntei-lhe se achava bem roubar a comida dos pobres. Ele ficou calado e acabou por dizer que seguia ordens. Fiquei então a saber que a culpa era sua e decidi escrever-lhe. Nessa noite todos nós ali passámos fome, felizmente sem problemas sanitários e alimentares graves.

Ah! É verdade. Os tais fiscais exigiram obras caras na cozinha e noutros locais. O senhor director falou em fechar tudo e pôr-nos na rua, mas lá conseguiu uns dinheiritos e tudo voltou ao normal. Como os inspectores não regressaram e os vizinhos continuaram a dar-nos marmelada, frangos e até, de vez em quando, os belos pastéis da tia Francisca, esqueci-me de lhe escrever.

Até há seis meses, quando destruíram tudo. Estes não eram da Azai.

Como lhe queria escrever, procurei saber tudo certinho. Disseram-me que vinham do Instituto da Segurança Social. Descobriram que estava tudo mal no lar. O gabinete da direcção tinha menos de 12 m2 e na instalação sanitária do refeitório faltava a bancada com dois lavatórios apoiados sobre poleias e sanita com apoios laterais. Os homens andaram com fitas métricas em todas as janelas e portas e abanaram a cabeça muitas vezes. Havia também um problema qualquer com o sabonete, que devia ser líquido.

Enfureceram-se por existirem quartos com três camas, várias casas de banho sem bidé e na área destinada ao duche de pavimento (ligeiramente inferior a 1,5 m x 1,5 m) não estivesse um sistema que permita tanto o posicionamento como o rebatimento de banco para banho de ajuda (uma coisa que nem sei o que seja). Em resumo, o lar era uma desgraça e tinha de fechar.

Ultimamente pensei pedir aos senhores fiscais para virem à barraca onde vivo desde então, medir as janelas e ver as instalações sanitárias (que não há!). Mas tenho medo que ma fechem, e então é que fico mesmo a dormir na rua.
Mas há esperança. Fui ontem, depois da missa, visitar o lar novo que o senhor prior aqui da freguesia está a inaugurar, e onde talvez tenha lugar.

Fiquei espantado com as instalações. Não sei o que é um hotel de luxo, porque nunca vi nenhum, mas é assim que o imagino. Perguntei ao padre por que razão era tudo tão grande e tão caro. Afinal, se fosse um bocadinho mais apertado, podia ajudar mais gente. Ele respondeu que tinha apenas cumprido as exigências da lei (mais uma vez tem a ver consigo, senhor ministro). Aliás o prior confessou que não tinha conseguido fazer mesmo tudo, porque não havia dinheiro, e contava com a distracção ou benevolência dos inspectores para lhe aprovarem o lar. Se não, lá ficamos nós mais uns tempos nas barracas.

 
Senhor ministro, acredito que tenha excelentes intenções e faça isto por bem. Como não sabe o que é a pobreza, julga que as exigências melhoram as coisas. Mas a única coisa que estas leis e fiscalizações conseguem é criar desigualdades dentro da miséria. Porque não se preocupam com as casas dos pobres, só com as que ajudam os pobres."

Não podemos ter memória curta.

Não podemos ter memória curta.
Pena é que , nas escolas, não se dê a visão total da nossa história recente.
Felizmente fui tendo capacidade de observar, ler, meditar e finalmente....perceber que temos de nos manter longe de partidos para opinarmos de forma independente.
Assisti à descolonização sem acordos ou contrapartidas; aos nossos portugueses que tanto edificaram nas ex-xolonias a virem para a "metrópole" sem uma 2ª muda de roupa (muitos a tornarem-se sem abrigo...); a politicos a impingirem a ideia de que a Europa é que era boa (e que tinhamos de deixar de produzir nas nossas terras e de pescar no nosso mar); politicos que sairam para ocupar grandes cargos na Europa (supostamente para defender os interesses do nosso país); gente despesista a quem prometeram um pote de ouro e o fazerem cair como um monte de esterco; gente que perante a crise que ajudou a criar, se dearcou e até vive à grande em outros país da Europa....
Só isso? Não! Até gente que se serve de dinheros e outros meios  públicos para fins pessoais; gente que "se enche", vai a julgaento mas que, no fim, têm muito dinheiro para pagar a advogados que "vão protelando até prescrição".
Ora eu assisti a tudo isto e, modestamente, fui criticando o mais possivel mas....o que é feito dos outros portugueses que, tal como eu, foram assistindo a tudo isto?
Quantos de nós "se chatearam" e criticaram? Quantos foram cobardes ao ponto de se absterem nas eleições?
Quantos dos que hoje tanto falam fizeram algo pela mudança?
Será que, só agora (que dói nos bolsos) é que perceberam até onde levou a sua passividade e a sua inercia?
Quantos carneiritos de carreira, hoje? gritam contra a injustiça social quando, toda a vida viveram da mordomia dos boys?
Alguma vez se viu este país a organizar uma greve à entrada do IRS (mesmo que tivessem noção de que os dinheiros iam para o bolso dos boys)?
Claro que não! Agora temos as medidas que sabíamos necessárias mas que demoraram a chegar.
E será que isto nos vai servir como lição de vida? Claro que não! A maioria dos portugueses tem um boy (ou um candidato a boy) na sua família....
Duvido que haja coragem de endireitar o que nasceu torto.
Comemorar o 25 de Abril? Para quê? Seremos masoquistas? Vamos comemorar o inicio do fim?
Bastava uma revolução interna que nos desse liberdade de crenças politicas (que foi, aliás, o único fundamento da suposta revolução).
Conquistamos liberdade ou libertinagem? Passámos a viver numa sociedade onde só há direitos ( e, só para alguns, em especial para as falsas minorias) e em que passou a haver uma cultura de falta de deveres....
Parabéns Portugal - Grande País que conseguiu viver assim 37 anos! Isto deveria ir para o Guiness!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Turquel, Património, suas terras, suas gentes

Se é amante de história e de património físico e cultural, não pode deixar de ler o livro Turquel, suas Terras e suas Gentes, da autoria do professor António Fraga de Oliveira.
Eu, acabei hoje de o ler e dou o tempo por muito bem empregue. A qualidade da investigação, o legado hist´rico e cultural que aqui nos é oferecido, é razão mais do que suficiente para comprarmos este livro.
Fiquei fascinada pela simplicidade com que tudo nos é contado.
Fiquei fã!
Amigos, não percam esta leitura e este manual de saberes. Podem comprá-lo no Parque dos Monges ou no Artesanato de Aljubarrota.
Ao professor Fraga, o meu muito obrigado pelo seu contributo para o conhecimento de Turquel

domingo, 9 de outubro de 2011

Sempre que vou ao Parque dos Monge sinto que, cada vez mais, terá de ser a sociedade civil a "puxar" pelas suas terras.
Belissimo exemplo disso é o resultado do sonho (e de uma grande dose de teimosia) da família Alves: um parque natural, situado num local histórico do Concelho, onde todas as formas de cultura, lazer e entretenimentoossem possiveis.
O sonho tornou-se realidade a antiga Quinta das Freiras tornou-se no mais belo espaço polivalente que Alcobaça jamais imaginou vir a ter.

Mas hoje, a minha ida a este maravilhoso parque deveu-se a um convite de um dos seus proprietários para estar presente no lançamento do livro de um conhecido meu (e ex-colega no jornal o Alcoa, na altura em que o jornal tinha poquissima gente a mantê-lo vivo).
Refiro-me ao livro " Alcobaça é comigo" da autoria de José Eduardo Reis Oliveira, conhecido por todos como Jero.
Evidentemente, ainda não tive tempo de ler as histórias por ele contadas no livro mas, vieram-me aos olhos uma história que ele já me havia contado: a da Mariana, da avó e do céu.
A presença da família é, aliás, uma imagem de marca do Jero:



foram vários os oradores






Da sessão de autógrafos, guardo a imagem do antigo director do Alcoa

Valeu por mais um testemunho alcobacense, por gente que revi e por quem nutro muito respeito: Piedade Neto, João Paulo Costa, Eduardo Nogueira, Mário Maduro e a esposa do Jero.
Também gostei de rever o emplastro do Concelho de Alcobaça (o lambe-botas que, de repente, está emtodas, hihihi)

Abração Jero





sábado, 8 de outubro de 2011

A sensação que me dá é que há gente que usa o preservativo na cabeça errada!

Gosto sempre de perceber que alguém teve a capacidade de mudar o seu pensamento, face a um pensamento maduro sobre determinado assunto.
Há que reconhecer (embora subtilmente) que seguiu o caminho errado.
Foi o caso do actual Presidente da Republica quando pediu aos portugueses para consumir produtos nacionais.
Ora a pesca (que acedeu na redução de quotas) e a agricultura (que permitiu que fosse trocada por subsídios) são produtos nacionais que, segundo o sr Presidente, devemos consumir para ajudarmos a economia interna.
O homem percebeu que o que é nacional é bom e é de consumir.
Pena é que, algumas pessoas, de mentalidade mais fechada e/ou  pessoas sem capacidade de evoluir mental e socialmente, não consigam atingir a ideia da necessidade de defender o que é nosso.
Acho que nunca vou esquecer as palavras de uma senhora (que é até é esposa de um ex-presidente de junta de freguesia deste país): "uma feira de artesanato na nossa freguesia é uma falta de respeito para com os comerciantes da zona".
Vejamos: a freguesia em causa tem, no local em questão uma farmácia ( o artesanato ainda não começou a vender preservativos artesanais), uma florista (podemos abdicar de levar a nossa), uma loja de artesanato ( de um membro da nossa associação), um belíssimo café (ainda não servimos pão quente) e....uma loja de chineses!
Ora o que é nosso e historicamente aprovado e apreciado por todos, terá de se render e se limitar perante uma loja de chineses que pouco contribuem para a economia e para a cultura do nosso país?
Onde estava a esposa do tal ex-presidente de junta quando permitiram que os chineses se instalassem na freguesia? Estava na linha a frente a defender o artesanato da região?
Não vejo outra forma de dizer isto: as mentalidades demoram a mudar, a menos que, lhes dê jeito no próprio bolso.
A sensação que me dá é que há gente que usa o preservativo na cabeça errada!