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Aqui pretende-se dar a conhecer o que de bom (e de menos bom) temos em Alcobaça.este blog é apenas a sequência do antigo blog "comentar a nossa terra".
Surge na sequência de um ataque informático encomendado por "um amigo" que não gostou da apreciação que dele aqui se fazia.
Este blog é a imagem das minhas opiniões e, como tal, sou a única responsável pelo meu livre pensamento.
Não me responsabilizo pelos comentários de terceiros, uma vez que não faço moderação dos mesmos
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Artesanato de mãos dadas com o Parque dos Monges

Mais uma belissima pareceria de duas entidades que se esforçam para lançar Alcobaça.
a AAOTA e o Parque dos Monges estão de mão dada. Juntar a natureza com o artesanato é, sem dúvida, uma ideia com futuro.
Venha disfrutar de tudo isto nos dias 16, 17 e 18 de Dezembro.
Artesanato, orquestras, música popular, dança....tudo isto graças ao bom relacionamento entre a AAOTA e o Parque dos Monges (Chiqueda).
Aguardamos por si!



domingo, 9 de outubro de 2011

Sempre que vou ao Parque dos Monge sinto que, cada vez mais, terá de ser a sociedade civil a "puxar" pelas suas terras.
Belissimo exemplo disso é o resultado do sonho (e de uma grande dose de teimosia) da família Alves: um parque natural, situado num local histórico do Concelho, onde todas as formas de cultura, lazer e entretenimentoossem possiveis.
O sonho tornou-se realidade a antiga Quinta das Freiras tornou-se no mais belo espaço polivalente que Alcobaça jamais imaginou vir a ter.

Mas hoje, a minha ida a este maravilhoso parque deveu-se a um convite de um dos seus proprietários para estar presente no lançamento do livro de um conhecido meu (e ex-colega no jornal o Alcoa, na altura em que o jornal tinha poquissima gente a mantê-lo vivo).
Refiro-me ao livro " Alcobaça é comigo" da autoria de José Eduardo Reis Oliveira, conhecido por todos como Jero.
Evidentemente, ainda não tive tempo de ler as histórias por ele contadas no livro mas, vieram-me aos olhos uma história que ele já me havia contado: a da Mariana, da avó e do céu.
A presença da família é, aliás, uma imagem de marca do Jero:



foram vários os oradores






Da sessão de autógrafos, guardo a imagem do antigo director do Alcoa

Valeu por mais um testemunho alcobacense, por gente que revi e por quem nutro muito respeito: Piedade Neto, João Paulo Costa, Eduardo Nogueira, Mário Maduro e a esposa do Jero.
Também gostei de rever o emplastro do Concelho de Alcobaça (o lambe-botas que, de repente, está emtodas, hihihi)

Abração Jero





terça-feira, 7 de junho de 2011

Boa iniciativa em....Alcobaça!

Como Funciona

Com a Dona Horta pode receber todas as semanas, directamente dos produtores, cabazes com frutas e verduras frescos e de qualidade excepcional.

Os Produtos

  • Os produtos provêm prioritariamente dos campos agrícolas de Alcobaça.
  • Nunca são importados nem são adquiridos a intermediários (têm de vir directamente dos produtores).
  • A composição varia todas as semanas, consoante a época do ano e a disponibilidade da produção.
  • A colheita dos produtos é feita habitualmente até 24 horas antes da entrega, para que mantenham toda a frescura, sabor e nutrientes essenciais.

Os Locais de Entrega

  • Alcobaça (às 6ªs feiras, entre as 17h00 e as 18h30, na Cooperativa Agrícola de Alcobaça)
  • Bárrio (às 6ªs feiras, entre as 17h00 e as 18h30, no Armazém da Dona Horta)
  • Nota: entregamos em outros locais, a pedido do cliente
mais informação em:

http://www.donahorta.com/dh/encomendar/como-funciona/

domingo, 17 de abril de 2011

Falta de respeito!

Até poderia ser um dia em que não se conseguisse estacionar perto do Mosteiro (o que não justificaria o acto) mas... não era o caso!
Acho uma falta de respeito que taxistas (que têm uma praça reservada à sua actividade) vão estacionar na ala sul do Mosteiro e.....num lugar reservado a deficientes!
Ou seja, para este senhor arranjar clientes, um deficiente teria de estacionar longe deste belissimo monumento, exactamente na zona que também dá acesso à Galeria.
Haja respeito!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Protocolo entre a CMA e a Segurança Social

Estranhei o facto de a oposição ter estado contra a mudança das instalações da "casa do Povo".
Decerto, nunca necessitaram de lá entrar numa maca de uma ambulância para uma simples "junta médica".
As ambulâncias têm de estacionar em cima do passeio e fazer um verdadeiro exercicio para entrar com a maca.
Lá dentro e, mesmo à porta do consultório do médico, foi colocada uma mesa enorme o que obriga ao seu desvio para se entrar e sair com a maca.
Para um mero assunto imposto pelo governo, as pessoas têm de estar horas à espera em condições degradantes, muitas vezes desde as 7h da manhã.
O funcionamento é lento, bem ao jeito da imagem que temos do funcionalismo público. normalmente, o pé direito tem de pedir licença ao pé esquerdo para dar 2 passos. E, o pé esquerdo pode levar vários minutos a responder à solicitação.
Até acredito que parte da oposição não tenha conhecimento destas situações mas, felizmente, a CMA parece não as desconhecer.
Também me preocupa os valores e contrapartidas em causa no protocolo mas, isso, não me preocupa mais do que o que se passa com os cidadãos que necessitam de se deslocar a esta instituição.
Por outro lado, que sofra de insuficiência de mobilidade também não pode ir à Junta de Alcobaça, uma vez que é proibido o trânsito e estacionamento nessa rua.
De facto, esta junta não tem razão de existir mas, já que existe, o acesso não pode ser vedado a idosos e pessoas com limitações.
A CDU parece já ter entendido estas questões mas o PS ainda não. É bom recordar que nem todos os assuntos podem ser resolvidos à distância e usando as novas tecnologias....

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

uma ajudinha ao professor, doutor, coordenador



Acredito que seja por falta de tempo para a leitura que, muitos (e alguns até doutorados) não conheçam esta parte da nossa história.
Não a conhecendo, não podem avaliar a sua importância para Alcobaça, quer a nivel cultural quer turistico.
Ridiculo é criticar apenas por criticar. Há que ler, estudar e só depois.....opinar!
E há sitios próprios para o fazer ou há uma alergia em falarem com o pelouro da cultura sobre este assunto? Talvez ficassem mais elucidados sobre os beneficios de se "explorar mais um episódio da história, do qual Alcobaça fez parte....

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

TGV- os erros do projecto

alertada por uma postagem colocada no blog do vereador Rogério Raimundo, achei por bem dar-vos a conhecer uma reportagem que passou na RTPN

sábado, 17 de outubro de 2009

a minha leitura dos resultados eleitorais em Alcobaça

Passados 8 dias sobre as eleições, já considero que posso fazer uma leitura mais desapaixonada dos resultados.
Começo pela Câmara Municipal:
Acácio Barbosa - foi a surpresa! Beneficiou, sem dúvida, do descontentamento dos eleitores em relação às escolhas de José Pedrosa e na percepção de que, por exemplo, o voto na esquerda BE seria um voto desperdiçado.
Adelino Granja - depois de se mostrar muito disponivel para uma união de esquerda, acaba sendo contrariado pela estrutura partidária que exigiu que ele se candidatasse, o que, no meu entender retirou força a Rogério Raimundo e veio a dar votos ao PS.
Rogério Raimundo - Parece que a CDU terá de repensar a imagem que passa a nivel nacional pois isso limita a votação a nivel local. como sempre disse. Rogério como independente teria dado a volta à questão.
Como sempre defendi, as estruturas partidárias, que não conhecem mentalidades nem realidades locais, ao não permitirem uma união, provocaram uma derrota na esquerda.
Cds - mostra que se está a implantar e acaba por "roubar" o 5º vereador ao PSD.
Paulo Inácio - Mostra que o PSD não se ressentiu com a saida do seu lider carismático e embora se note uma certa divisão partidária, consegue vencer. Também não teve as escolhas mais felizes para o acompanhar, ressalva para a dra Mónica Batista, que pode ser a lufada de ar fresco.
Pedrosa- Depois de sondado para o PS, cria um movimento de esquerda (como alternativa a Paulo Inácio), mostra-se disponivel para a união de esquerda mas acaba por escolher a direita. O povo que tinha expectativas perante esta candidatura, acabou por perceber que afinal, o que importava era entrar, não importava quem o acompanhava.
Acabou por dar uma imagem contrária à inicial e foi penalizado pelas más escolhas que fez
Assembleia Municipal:
Aconteceu o que era de prever que fosse acontecer: PSD lidera e a oposição mantem, mais ou menos, a mesma estrutura.
A experiência camarária de Eduardo Nogueira pode ajudar nalguma mudança.
De realçar a entrada da Dra Eugénia pelo PS e que pode tentar mudar a forma de oposição desse grupo.
Como era de prever, o MCIA não conseguiu nem um deputado, não pela falta de qualidade de alguns candidatos mas porque, mais uma vez, a escolha do Partido da Terra foi uma decisão infeliz, onde não se mediram as consequências.
A falta de uma liderança forte, que não se deixasse manipular, foi o grande erro desta candidatura.
E lá vamos ter aqui, um pouco mais do mesmo
!

sábado, 10 de outubro de 2009

balanço das diversas formas de campanha autárquica

Para quem esteve atento (e ninguém conseguia alhear-se) a esta campanha eleitoral, não pode deixar de estranhar o despesismo de alguns, numa altura em que as famílias estão com tantas dificuldades financeiras .
Admirei algumas formas de fazer campanha mas não posso deixar de ficar perplexa perante o exagero dos que dizem "ter como prioridade máxima a resolução do problema social".
Acácio Barbosa - achei exagerada a quantidade de outdors, tendo em conta que se encontravam a poucos metros uns dos outros. Depois, seguiu-se uma fase de campanha bem mais inteligente (no meu entender, claro): uma quase inexistente poluição sonora.
Não houve muito desperdício de papel. Que me apercebesse apenas 2 flyers. Boa medida quer para o ambiente, quer para a contenção financeira.
Apenas não gostei de o ver (ao contrário do que me parece ser a sua postura pessoal) a atacar outro partido personalizando na pessoa errada.
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Adelino Granja - uma campanha simples, no terreno, mão-em-mão.
Um panfleto com a apresentação dos candidatos e as ideias (pecou pela distribuição tardia). Nada de outdors ou carros poluentes.
Não gostei, no entanto, que ao invés de "atacar" o elenco Sapinho, passasse ao ataque do actual candidato.
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Jorge Esteves - não vi qualquer campanha
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Rogério Raimundo - uma campanha inteligente, com placards feitos por gente voluntária, distribuídos uniformemente pelo concelho e sem exageros.
Soube rodear-se de muitos apoiantes voluntários. Fez contactos directos e esteve muito interessado em ouvir a população e promoveu as conversas públicas, que farão história.
Pouco poluente e muito criativa. Soube explorar bem as novas tecnologias com a criação de um site de suporte ao sem blog (ou super pen, como ele gosta de lhe chamar). Ideias claras e precisas muito bem colocadas na estrutura do site.
Entrada no facebook com actualização permanente onde todos eram benvindos.
Soube fazer criticas ao elenco Sapinho com cordialidade e respeito.
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Paulo Inácio - campanha muito organizada. Execução de um caderno explicativo das ideias do novo grupo, outdors em número não exagerado e colocados em pontos estratégicos muito bem escolhidos.
Notou-se que houve uma tentativa de demarcação em relação ao elenco anterior, em especial, na utilização de muitos jovens para assegurar uma nova dinâmica. Ainda assim uma campanha com muitos gastos, em especial em brindes. a ideia das flores também foi agradável. A poluição sonora ficou-se pelo nível médio e as novas tecnologias também foram bem aproveitadas: site simples mas bem desenhado e com a informação bem distribuída, clara e concisa. Aderência ao facebook , onde até os que não eram da sua cor politica eram admitidos - bom sinal!
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José Pedrosa - campanha altamente despesista, com exagerado nº de placards e outdors. Pouca preocupação com a mensagem a passar.
A nível sonoro altamente poluente.
O exagero criou um cansaço na imagem.
Hino de campanha altamente personalizado sem conter ideias programáticas, de cariz militarista (basta estar atento às batidas de fundo). Dos veículos não saía qualquer voz com apresentação de ideias para o concelho, apenas um apelo ao candidato.
O site, com boa imagem geral, continha um vídeo de péssima qualidade com pouca originalidade na pouca mensagem passada.
Folhetos com programa eleitoral, se os houve, não chegaram a toda a população. A ideia das conversas com a população, com o cuidado de as ouvir, foi abandonada, o que mostra uma tendência para a surdez politica. Foi a campanha mais despesista e provavelmente a menos eficiente.
Valeu a educação e cordialidade nos debates promovidos pelo RC e pela RC, por parte do candidato.
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Agora resta esperar por amanhã para vermos qual o resultado de tanto esforço na campanha.

domingo, 4 de outubro de 2009

Interpretação do que se ouviu ontem no anfi-teatro

Estão de parabéns o RC e o Jornal de Leiria pela iniciativa de promover a apresentação das ideias dos candidatos para o nosso concelho.
Também a Rádio Cister está de parabéns, até mesmo pela qualidade das questões apresentadas.
As respostas, essas (no meu entender, claro) ficaram muito àquem do esperado.
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Vou começar pelo BE: tirando o facto de ficarmos a saber que o "Carnaval" era um retorno desejado e que é uma das bandeiras para a cultura no concelho e de também ficarmos a saber que o BE não gosta de touradas, pouco mais sobrou das declarações de Adelino Granja. Este candidato pautou as suas intervenções pelos ataques directos a Paulo Inácio culpabilizando-o pela má gestão do elenco Sapinho.
Foram criticas sucessivas numa tentativa de colmatar a falta de ideias para o concelho.
No entanto, percebi que, se no debate na Rádio, Granja não sabia nada das contas da câmara, à noite parecia já estar bem informado. Afinal bastaram umas horas para ele perceber algumas questões.
Jorge Carvalho do CDS teve intervenções, como seria de esperar, muito aproximadas das de Paulo Inácio concordando com ele em todas as matérias.
Ressalva-se a intervenção final onde diz que "já lá vai o tempo em que só se escolhia entre PSD e PS", numa resposta a uma intervenção pouco feliz de Acácio Barbosa, onde, menosprezando os restantes candidatos, afirma que a luta é apenas entre o Ps (representado por ele) e o Psd de Paulo Inácio.
Ontem, mais do que nunca, me pareceu despropositada a candidatura do CDS. Se estão de acordo em tudo para quê 2 candidaturas?
Acácio Barbosa, candidato pelo Ps, entrou no debate, muito bem (no meu entender) apresentando algumas ideias do partido em relação a algumas necessidades do concelho. Depois, "borrou a pintura toda" quando passa aos ataques e quer responsabilizar Paulo Inácio (e não o PSD) enquanto presidente da AM. Aqui, mostrou que não reconhece a separação de poderes entre a AM e a CM.
Se ganhar as eleições irá intrometer-se neste 1º orgão?
Sinceramente, também me pareceu mal o facto de este candidato ter mostrado desrespeito pelos cidadãos eleitores (que se dirigiram ao anfiteatro para ouvir as ideias de todos)ao chegar demasiado atrasado ao debate e de não ter tido a humildade de pedir desculpa pelo facto na sua primeira intervenção.
Chega a vez de José Pedrosa - foi a figura de um homem cansado que se apresentou ao auditório. A presença do seu nº 2 que fez questão de ficar grande parte do tempo em local bem visivel a todos, também não ajudou nada.
Pedrosa, embora apresentásse ideias, não as soube explorar e, ditas num tom de voz apagado, recheado de "portantos" (isto faz-me lembrar alguém, de má memória!") também não me parece convencer ninguém.
De estranhar é, também, a necessidade que Pedrosa sente em dizer que tem uma equipa de luxo, nomeadamente o seu nº 2.
Será que é porque tem consciência que ninguém gosta dele (do nº 2, e até do nº4) ou porque, percebendo que ele é a causa, não só do afastamento notório dos amigos que o ajudaram a criar o movimento "de esquerda", mas da parte do eleitorado que nele tinha visto uma alternativa?
Afinal, o que o prende tão afincadamente ao nº 2? Terá a ver com os valores financeiros que suportam a campanha? (breve abordarei este tema)
Salvou-se a parte em que, depois de um repto de Adelino Granja, ele se comprometeu em assumir o lugar na vereação se conseguir eleger 1 vereador. Acredito que o tenha feito de boa mente e não por ter a certeza que esse cenário já não se coloca.
Segue-se Paulo Inácio que, estando numa posição ingrata (não é fácil querer dar uma nova dinâmica ao concelho e ao próprio PSD, tendo como herança a gestão danosa Sapinho e tendo na sua lista a nº 2 exactamente alguém que, nesta altura, está a ser contestado por realizar obras ilegais), acabou por ter arcaboiço para Adelino Granja e para Acácio Barbosa, nos ataques que foram dirigidos quer a si, enquanto presidente da AM quer ao ainda presidente Sapinho.
No meu entender, teve menos sorte com Rogério Raimundo que, não o atacando directamente, em tom cordial mas firme, apresentou os pontos que considerou necessários colmatar no concelho, não deixando de criticar o elenco Sapinho.
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Paulo Inácio e Rogério Raimundo foram, no meu entender, os únicos que convictamente souberam expôr as suas ideias para o concelho.
Rogério Raimundo, quer pela postura de um homem que conhecendo a politica há muitos anos, quer pela postura pessoal, soube apresentar o programa e soube criticar a gestão actual sem nunca ser indelicado ou agressivo para Paulo Inácio. Ficou-me na memória a frase "O candidato do PSD não tem poder de encaixe"
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Não gostava de ter de dizer isto mas, sinceramente, acho que, nesta altura, o ideal seria alguns partidos entenderem-se entre si e deixarem cair algumas candidaturas.
Talvez fosse bom não desperdiçar votos e, sem menosprezo para as ideias de ninguém, seria mais útil deixar cair as candidaturas do CDS, do BE e do MCIA.
teriamos mais uma noção do que vale a direita e a esquerda em Alcobaça.
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(mais logo farei um resumo das ideias apresentadas pelos candidatos, numa nova postagem)

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Estudo de opinião publicada no RC

O estudo de opinião revela que o candidato social-democrata Paulo Inácio recebe a intenção de voto de 42,8% dos eleitores, contra 21,4% do PS e 16% da CDU. Estes valores já incluem a distribuição aritmética dos eleitores não votantes e dos indecisos, situação que pode alargar um pouco a margem de erro.(...)
(...)O Movimento Cívico Independente de Alcobaça, liderado por José Pedrosa, deve quedar-se pelos 7,5%, não sendo suficiente para a eleição de um vereador, tal como BE e CDS, com 6,6% e 2,2%, respectivamente.(...)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

PURO GOLPE PUBLICITÁRIO

Como é meu costume, leio atentamente o Região de Cister e chamou-me a atenção um anúncio do candidato José Pedrosa (eu duvido que isto seja dele pois, normalmente, há sempre alguém a falar por ele sem que o próprio saiba. Mas isso também não importa porque ele deixa que o façam e não toma qualquer medida para que não se repita):

"José Pedrosa vem, por este meio, agradecer a todas as pessoas “que se expuseram publicamente” a recolher assinaturas para viabilizar a “1.ª Candidatura Independente” à CMA liderada por nós - Movimento Cívico Independente de Alcobaça – III”

Isto é mera publicidade politica e eu diria, manipulação de mentalidade. O homem entregou a candidatura no dia 17 de Agosto e, nessa altura, não se lembrou de quem trabalhou para que ele o conseguisse? E agora estou mesmo a falar de Portugal da Silveira e da esposa, que tudo fizeram para que isso fosse possivel.
Foram fieis ao candidato desde o inicio e até agora, mesmo vendo que, afinal, isto é uma camuflagem da direita sob a tónica da esquerda (um dia.... abrirão os olhos!).
Se queria agradecer tê-lo-ia feito logo que conseguiu as assinaturas exigidas. Na minha opinião só o fez agora porque está a ficar muito mal na foto.
Já todos perceberam que houve uma tentativa de vingança bem escondida, que nunca pensou em dar importância a quem lutou por ele sem querer contrapartidas e, por fim, conseguiu perceber que se comentava em todos os cafés de Alcobaça (e noutras freguesias também) que ele (ou os que o cercam) só queria ter assinaturas à custa dos parvos que acreditavam no sonho da esquerda para meter os amigos de direita e da igreja.

Infelizmente, fui uma dessas parvas porque acreditava que ele saberia arranjar uma equipa capaz de governar Alcobaça.
Mas o que se comenta por aí deixa-o muito mal na foto, não deixa? Daí a necessidade deste agradecimento tardio!....

Continuo a achar que ele (o candidato, se ainda for ele o cabeça de lista na realidade....) não é má pessoa e recordo o dia em que lhe disse : "Dr, se cheirar que o sr consegue ser candidato vai passar a ter muitos abutres à sua volta". Eu não esqueço o que lhe disse e, também não vou esquecer a resposta :"eu estou atento".
Infelizmente tenho duas ruas (credo)... duas vias possíveis para a interpretação: ou ele estava atento e era isto mesmo que ele queria ou, não estava atento e, por algum motivo que desconheço, alguém o dominou para que aquilo a que chamam de movimento "independente" se tornasse no "movimento o mais dependente possível".
Também um dia, o tal Paulo Bernardino disse que eu não tinha formação qualificada para poder assessorar Pedrosa para com a imprensa- vamos ver se os candidatos que eu apoio e dou alguma ajuda (mesmo sem formação) vão ou não sair vitoriosos e vamos ver se, com a sua assessoria ao MCA (desculpem mas perdeu o estatuto de independente), com toda a sua qualificação, vai ter algum sabor a vitória....
Dia 12 discutiremos isso! Mas discutiremos mesmo porque, como sabe, eu não sou "plebeia ignorante de me calar".
Mas li mais:
"(...)agora apresentando-se numa Candidatura aberta e plural: à esquerda, ao
centro e à direita; laica, mas também sensível ao fenómeno religioso, totalmente
atenta aos fenómenos da inclusão social e ao conceito das novas culturas do
tempo hodierno! José Pedrosa e o Movimento Cívico Independente de Alcobaça,
agradecidos pelo “trabalho realizado desinteressadamente” por uns(...)"
Aqui ainda é pior:
"(...)laica mas sensível ao fenómeno religioso?"
Desculpem, mas... de que religião? Subserviência à igreja católica? Desculpem, mas vejo isto como uma defesa de fanatismo religioso e uma tentativa de justificar a presença de Paulo Bernardino como nº 2. Até me espanta não defenderem a volta da monarquia.
Ainda bem que tiveram o cuidado de referir "o trabalho realizado desinteressadamente por uns" - mostra o interesse da maioria! É a confissão pública dos interesseiros!
E a colocação de palavras caras como "hodierno" mostra o elitismo que representa esta candidatura. não está virada para o povo, a quem diria moderno ou, simplesmente contemporâneo. Mas não, o SR. DR. (o outro que apareceu do nada) tinha de dar o seu cunho de conhecimento (ou, simplesmente, aderiu ao dicionário online!....)

domingo, 6 de setembro de 2009

Ser eleito vai ser um grande desafio

Mesmo no calor de uma pré-campanha há que parar para pensar mais profundamente sobre determinados assuntos para além dos partidos politicos ou movimentos.
A minha reflexão de hoje é apenas sobre Alcobaça.
Estamos num momento de crise. Contrariamente ao que se quer fazer passar para a opinião pública, isto não está a melhorar, as pessoas estão é a começar a conformarem-se com a crise.
Alcobaça, com todas as potencialidades que possui, não consegue dar um salto em frente. É um concelho individado muito por culpa do actual elenco camarário que não soube criar fórmulas para criar um desenvolvimento em cada freguesia de forma a sustentar alguns projectos comuns.
A interligação entre freguesias, respeitando as caracteristicas e as potencialidades de cada uma é urgente, necessária e imprescindivel.
Se, numa determinada freguesia é a história que a mantém viva, então há que explorar esse factor interligando-a com outra com caracteristicas semelhantes.
Se, por outro lado, é uma determinado tipo de industria que a faz ter relevo, então salvaguarde-se o sector.
São meros exemplos mas que poderiam ser explorados. Mas isso só se consegue ouvindo e conhecendo as gentes de cada freguesia.
è o que espera de cada um (e não faço distinções) que se propõe governar um país, uma câmara, uma junta ou uma colectividade.
Hoje, para quem se candidata, em Alcobaça, a uma junta ou à câmara tem de ter consciência que terá de enfrentar um grande desafio: combater a apatia social, cultural e económica em que estamos, não só por culpa dos presidentes em exercicio mas, muito em especial, a nossa.
fomos nós que, durante anos, fomos votando em bandeiras, nos amigos, nos vizinhos, nos tios ou nos primos. nunca houve a cultura de ler um programa ou de perceber um projecto e votar PELO projecto.
Exemplo disso foram as eleições para o parlamento europeu. Foram poucos os projectos apresentados e debatidos mas, as pessoas votaram nos seus partidos. O exercicio do PODER do voto, tão caro para a democracia , deixou de ser um acto consciente de expressão de vontade própria para passar a ser um cheque em branco ao partido que nos agrada mais.
Nas legislativas vai ser o mesmo: que interessa se há ou não dúvidas sobre a intervenção do chefe socialista no freeport, na censura a Manuela Moura Guedes, se é ou não engenheiro com suor? Não interessa! Também não interessa o que pretende para o país, interessa atacar o passado (que deveria servir de exemplo para o presente e para o futuro). O que interessa é votar na bandeira do partido.
Por aqui é o mesmo: Quantos candidatos já se preocuparam em nos dar o conhecer a forma como pretendem contornar a crise, ou as crises (porque são muitas) no concelho?
Por onde escolher?
Eu posso ser desatenta mas ainda só vi 2 candidatos preocupados em ouvir a população, a estudar os problemas e a tentar arranjar soluções.
Não vou, como é óbvio, fazer comentários a nenhum deles, nem às ideias que apresentam embora o possa vir a fazer, mais tarde, de uma forma que pretendo que seja de critica construtiva.
Mas acho estranho que os outros candidatos estejam caladinhos à espera de conhecer as ideias dos 2 maiores para depois, apresentarem qualquer coisinha que eles tenham esquecido.
A falta de ideias e de interesse pelas populações também se vê nisto.
O desafio é grande: fazer as pessoas acharem que ainda vale a pena lutar pelas ideias da terra, sem que apareça um qualquer malabarista, que se queira aproveitar delas para beneficio próprio; envolvê-las num projecto com o qual se revejam; envolver a oposição num projecto que se pretende que defenda os superiores interesses do povo de alcobaça.

Entrevista de Frei João Domingues [Dominicano] sobre o Dr. José Carvalho Pedrosa!


No meu compromisso de dar espaço a todos os candidatos à CMA e à AM, aqui fica o espaço do MCIA
Tomamos a liberdade de enviar uma entrevista, em anexo, realizada por nós ao Padre Dominicano Frei João Domingos, sobre o nosso candidato José Carvalho Pedrosa / III - Movimento Cívico Independente de Alcobaça.
Solicitamos a devida divulgação em publicação escrita, digital ou em noticiários de interesse regional.
Agradecidos com toda a vossa colaboração, ficamos ao vosso inteiro dispor,
Vasco Couceiro Gomes

PORTA – VOZ das duas Candidaturas, Telm.: 963 055 596
------------------------------------------------------------------------------------------------ Entrevista de João Tiago da Cruz Raimundo / LOTO
A Frei João Domingos
III - Movimento Cívico Independente de Alcobaça

Frei João Domingos, é um Padre Dominicano que trabalha em Angola como missionário há cerca de 27 anos. No ano passado foi considerado a Figura do Ano, neste país africano. É amigo da família Pedrosa desde sempre e como esteve em Portugal, nos últimos 2 meses, acabou por visitar a sede de candidatura do Dr. José Carvalho Pedrosa. Aproveitamos o momento, e, fizemos algumas perguntas, em jeito de entrevista, sobre o candidato do III – Movimento Cívico Independente de Alcobaça.

1. João Tiago / LOTO – Frei João Domingos, sabemos que é amigo do Dr. Pedrosa e família há muitos anos; sabemos que valoriza e acompanha a política não só em Angola, mas também em Portugal e no mundo, como membro da Igreja Católica o que é que acha desta intervenção política do Dr. Pedrosa?
FJD: Todo o cidadão deveria acompanhar e intervir na política, sobretudo localmente, a nível autárquico. É aí que se analisa a vida e o ambiente, é aí que se planeiam novas intervenções, é aí que se avaliam as acções dos diversos líderes e responsáveis políticos, que se conhecem as pessoas, se monitorizam, isto é, analisam e avaliam, as realizações, os orçamentos e as contas da autarquia para o melhoramento da qualidade de vida de todos os cidadãos e de toda sociedade civil. Isto é a tarefa de todos os cidadãos e não só dos políticos dos partidos ou dos “governantes”.
Além disso, como cristão esta obrigação é reforçada pela Doutrina Social da Igreja que orienta para uma intervenção directa na vida partidária, entrando nos partidos ou criando novos partidos, como diz o papa Paulo VI na encíclica Octogessima Adveniens de 1971.

2. João Tiago / LOTO - O que é que pensa do facto do Dr. Pedrosa se apresentar como independente? Não seria melhor apresentar-se dentro de um partido, podendo aproveitar a máquina partidária?
FJD: Depende das situações concretas. O próprio Paulo VI dizia, como disse há pouco, que a participação dos cristãos deverá ser ou militando num partido já existente ou criando outro. Se os paridos existentes estão a realizar as suas tarefas de modo satisfatório, será melhor não criar novos partidos. Mas se os partidos se deixam envolver de tal modo nos seus interesses partidários ou pessoais, de modo que os interesses das populações se deixam de lado ou se colocam ao serviço dos interesses dos membros dos partidos ou governantes, torna-se obrigatório encontrar uma alternativa.
O que está em jogo é o Bem Comum, o interesse do Bem Público, responder às necessidades dos cidadãos, sobretudo daqueles mais desprotegidos que não têm capacidade de se fazer ouvir ou defender e reclamar os seus direitos.
Com efeito os partidos e governantes devem estar ao serviço das populações e da melhoria da qualidade de vida das mesmas. E é isso que eles prometem. Mas os autarcas devem abrir os olhos e ver o que acontece de facto, e, tirar daí as suas conclusões. Por isso, uma candidatura independente pode justificar-se e até ser uma alternativa feliz, ou seja, ser «um sinal dos tempos» para corrigir situações e abrir caminho a uma nova amaneira de fazer política: política ao serviço do Bem Comum, do Bem público.
No fundo é a essência da democracia: “poder, governo do povo, pelo povo e para o povo”.

3. João Tiago / LOTO - O Dr. Pedrosa tem credibilidade para se lançar nesta iniciativa?
FJD: Vou dar o exemplo de um caso da minha experiência: numa Comunidade cristã do Waku Kungo, estávamos a escolher o catequista (responsável, ancião) da Comunidade. Ao falar das qualidades de um bom catequista, alguém do meio da assembleia, afirmou: “Cuidado: quem não é capaz de governar bem a sua casa, também não serve para governar a comunidade”. Conto isto para dizer que, tanto quanto eu conheço o Dr. Pedrosa, ele já deu provas de possuir as qualidades essenciais necessárias para um presidente de Câmara:
Como homem, tem mostrado ser um homem sério, honesto, coerente e responsável;
Como esposo e pai, igualmente tem revelado estas mesmas qualidades e coerência;
Como profissional - médico, tem sido um médico amigo dos seus doentes, atento e com tempo para os escutar, os medicar e aconselhar. Muitas pessoas, de Alcobaça e arredores, terão a experiência disto que eu afirmo pelo pouco que eu próprio conheço. Tem sido um médico competente e sério, ao serviço dos outros e não de si próprio ou dos seus interesses. Se foi escolhido para director do hospital por alguma razão foi.
Como cidadão interveniente e empenhado na política, também já mostrou ser alguém competente e interessado no bem das populações. Nisto eu conheço menos, mas a população de Alcobaça conhece bem o que ele tem sido. E mais poderia ter feito, se fosse ele a presidir às opções, decisões e governação. Mas nisto, deixo o juízo aos cidadãos de Alcobaça.
Em síntese, penso que o Dr. Pedrosa tem trunfos suficientes para se lançar nesta proposta independente e que será uma mais-valia para o processo eleitoral da autarquia e, quem sabe? Um caminho novo que se abre ao concelho de Alcobaça.
Quando se poda uma árvore, parece que estamos a destruir o que existe; com o andar do tempo, constatamos que foi uma renovação necessária, útil e proveitosa para a árvore e para as pessoas.

4. João Tiago / LOTO - Como amigo da família Pedrosa, conhece certamente o trabalho social que a esposa realizou em todos estes anos, com os mais pobres: toxicodependentes, alcoólicos, situações desumanas e anti-sociais de toda a ordem. Embora não pareça ser algo do domínio da política, acha que a actividade da D. Elizabete tem algo a ver com este projecto do Dr. Pedrosa?
FJD : Acho que é uma feliz coincidência e acaba por ser um apoio directo e indirecto à proposta do marido. A Elizabete é uma técnica de Serviço Social, que sempre mostrou uma intuição, sensibilidade, generosidade e dedicação à coisa pública e à dos menos favorecidos da sociedade.
Aqui, mais uma vez, as pessoas de Alcobaça, de Leiria, de Caldas, etc; conhecem melhor que eu os factos. Mas sei o suficiente para constatar que há uma semelhança e complementaridade na vida profissional do marido e da esposa. Ambos atentos e ao cuidado da sua família e amigos, ambos têm sido cidadãos exemplares de dedicação ao bem das pessoas e da sociedade. O bem pessoal e familiar nunca se sobrepôs ao Bem Comum, ao Bem Público. Nunca se aproveitaram das suas profissões e trabalhos para enriquecer. Receberam apenas os seus salários. Isto é importante sempre, mas muito mais importante nos nossos dias, se prestarmos atenção ao que se diz dos políticos e governantes a todos os níveis.
Assim, parece-me que a Elizabete será uma mais-valia a apoiar o projecto e iniciativa do Dr. Pedrosa. É uma força a mais. Será a âncora firme em alto mar!...

5. João Tiago / LOTO - O Frei João Domingos está em Angola há já quase três décadas. O Dr. Pedrosa, além de estar na Guiné como médico militar, esteve depois em Angola a trabalhar como médico no norte de Angola. O que é que conhece dele desses tempos?

FJD: Sendo amigo de longa data, fui-me informando do seu trabalho no Uige. Digo Uige porque o seu trabalho não estava confinado à vila da sua residência com os doentes que lhe apareciam, às centenas todos os dias. Ele percorria a província com outros técnicos para detectar e erradicar a doença do sono. Esta doença, que graças ao trabalho dos médicos como o Dr. Pedrosa estava confinada ao norte de Angola e a caminho de extinção, após a independência voltou a expandir-se, e, hoje, já chega a Ndalatando e até a Viana, a 20 kms de Luanda. O que eu ouvi é, portanto, o mesmo que o Dr. Pedrosa tem vivido: dedicação total aos doentes, trabalhando muitas horas para lá do horário de trabalho, não para ganhar mais, mas para atender quem precisava. Esse altruísmo e dedicação ao bem das pessoas, sem olhar à cor, etnia, à situação social ou outra qualquer distinção.
Nisto ele mostrou sempre ser um humanista cristão capaz de lidar e viver e trabalhar com todos, respeitando as diferenças de cada um e cada uma. A todos se dedicava e ajudava.


6. João Tiago / LOTO - Para terminar, quer deixar alguma mensagem aos cidadãos eleitores de Alcobaça?

FJD: Apenas duas palavras: primeira: participem todos e todas nas eleições. Todo o cidadão deve participar e as eleições são momentos chave para determinar o presente e o futuro da nossa autarquia. Se o não fizermos, sofreremos a governação que “outros” nos impõem.
Segunda: votemos de acordo com a nossa consciência. Podemos e devemos ouvir, ler, analisar, ajuizar. Mas a decisão é nossa e o voto é secreto. Cada um vote segundo o que o seu coração lhe diz serem as melhores pessoas para orientarem os nossos destinos. Tenhamos presente os programas de cada partido ou de cada candidato. Mas demos atenção sobretudo às pessoas que se propõem. Pois “é pelos frutos que se conhecem as árvores”. E portanto, é pelas acções que cada pessoa já mostrou na sua vida pessoal, familiar, profissional e política, e não pelas promessas, que nós devemos escolher.
O futuro…somos nós que o construímos. E esta eleição é uma oportunidade única. Boa sorte!
Alcobaça, 21 de Agosto de 2009.

Frei João Domingos, é português, formou-se no Canada, fez estudos pos graduados em Strasbourg e Jerusalém, foi director do Seminário Dominicano em Aldeia-Nova, Oliva, cerca de 8 anos, foi prior dos dominicanos em Fátima 6 anos, director do ISTA (Instituto de S. Tomás de Aquino em Lisboa e professor de teologia sacramental na Universidade Católica Portuguesa (UCP). Mandado para Angola em 1982, foi pároco da missão do Waku Kungo de 1982 a 1988; director do Instituto Médio da Igreja Católica (ICRA), actualmente presente nas capitais de 6 províncias e criou o Instituo Superior João Paulo II, que actualmente dirige.


sábado, 5 de setembro de 2009

VERDADEIRA ONDA LARANJA A APOIAR A "NOVA DINÂMICA"

Foi, de facto, uma belissima moldura humana a que ontem encheu o cineteatro de Alcobaça.
O espaço estava repleto de gente (só me lembro de ver tal aglomerado de gente na manifestação contra a passagem do tgv) que quis ouvir as propostas da equipa liderada por Paulo Inácio para dinamizar o concelho.
Foi-nos dado a conhecer todos os elementos que formam a equipa, bem como os independentes concorrentes às juntas e que são apoiados pelo PSD.
Começo por vos dar a conhecer os candidatos a presidentes de junta apresentados durante a passagem de video sobre os respectivas localidades de Alcobaça:
Vestiaria - António André
Bárrio - Orlando Pereira
S. Martinho - comandante Antunes Freire
Alfeizerão - Natividade Marques
Cela - Paulo Mateus
Maiorga - António Caetano
Pataias - Valter Ribeiro
Martingança - Fernando Escudeiro
Alpedriz - Isabel Moniz
Montes - òscar
Coz - Álvaro Santos
S. Vicente de Aljubarrota - Amilcar Raimundo
Prazeres de Aljubarrota - José Lourenço
Évora de Alcobaça - Joaquim Pego
Turquel - José Carlos Tereso
Benedita - Maria José Filipe
Vimeiro - Daniel Subtil
Alcobaça - Manuela Pombo
Foram também apresentados os mandatários da campanha:
Mandatário das candidaturas: Dr José Gonçalves Sapinho
Mandatária Digital: Dra Andreia Sousa (professora de matemática e informática)
Mandatários da Juventude: Dr Rodrigo Leão e Diana Freire
Intervenções:
Das palavras de Luis Castelhano, candidato à Assembleia Municipal de Alcobaça, sobressaem as que se referem à qualidade da equipa escolhida para este orgão, a sua força, conhecimento e vontade de trabalhar.
Segundo o candidato "Votar no PSD é votar na garantia da manutenção dos poderes autárquicos reforçados" e menciona a importância da manutenção dos presidentes de junta neste orgão autárquico.
José Luis Faustino, presidente da Jsd de Alcobaça, congratula-se pelo facto de, quer na lista para a câmara quer na da assembleia estarem representados todos os sectores e todas as gerações do nosso concelho.
Mostrou-se convicto que a clara aposta na juventude vai dar novo dinamismo ao concelho.
"juntos vamos criar uma nova dinâmica!", foram palavras suas.
Dr Gonçalves Sapinho, mandatário de campanha, Congratula-se pela inclusão de José Vinagre E Herminio na lista para a Câmara Municipal. Segundo o actual autarca, "Vinagre é um homem honesto, trabalhador e que não serve a 2 senhores" .
Quanto a Herminio, ou Miné como afectuosamente o tratou, "é um homem que começou comigo aos 27 anos de idade. Todos juntos ultrapassámos às dificuldades. Ele é um homem que, na câmara, toca todos os instrumentos. è um homem muitissimo preparado e vai ser um elemento de união entre todos!"
Ainda na sua intervenção, refere a Dra Mónica Batista, o Dr Bruno Letra e Fernanda Soares como uma aposta segura de que "isto vai a bom porto".
No que concerne à lista para a assembleia, Gonçalves Sapinho realça que "é gente preparada politicamente para o combate politico que vão ter pela frente".
Para o autarca, os presidentes de junta são os elementos da equipa que estão no terreno a combater, a trabalhar, a perceber o que é necessário para as populações.
Termina a sua intervenção afirmando que "as eleições não se ganham se não se trabalhar pois os votos não caem nas urnas. Referindo o conjunto de candidatos diz: "eles vão conseguir um trabalho notável para o PSD".

Teresa Morais, cabeça de lista à AR, num discurso demasiado longo que mais parecia um comicio para o lançamento da sua própria candidatura refere que "é imoral a discriminação que se faz por parte do poder central às autarquias que não sejam dirigidas por elementos da mesma cor politica e que isso faz com que se penalize, não o partido, mas toda uma população!"
Apresentação de propostas:
Muitas foram as propostas apresentadas por Paulo Inácio em relação a vários problemas no concelho.
Ressalvo algumas, muito em especial a aposta no turismo e na "utilização da prata da casa".
Paulo Inácio faz questão de referir que vem da sociedade civil o que lhe dá um conhecimento do sentir da população.
"Alcobacenses, sou um de vós!"
"Acredito que na politica ainda existe espaço para a honestidade" (referia-se obviamente à descrença do povo na politica e nos politicos).
Aposta nas freguesias e em medidas que as aproximem; na confirmação de Alcobaça como A CAPITAL DOS COUTOS, na mudança de mentalidades, no melhor aproveitamento dos quadros dos serviços camarários (de excelente qualidade) aproveitando-os ao máximo.
Aposta ainda no back office centralizado na Praça do Municipio com fragmentações nas freguesias ligadas por rede.
As novas tecnologias com a cãmara a dar exemplo é outra das ideias, a criação do cartão jovem e do apoio aos idosos e aos mais carentes, as rampas de acesso aos que têm dificuldades motoras, a requalificação da estrada 86, a reconquista da costa norte do concelho, a aposta no ecoturismo e no turismo rural.
Continua ainda o discurso falando na necessidade de requalificar a envolvente do Mosteiro de Coz e aposta no triangulo turistico Alcobaça - Coz - Aljubarrota como um forte potencial turistico (recorda a ligação religiosa e histórica das 4 freguesias).
Na saúde promete um novo centro para Vimeiro e Benedita.
A aposta forte para ligar as freguesias passa por um melhor aproveitamento da envolvente do mosteiro de Alcobaça e, muito em especial na cultura.
Segundo Paulo Inácio que aposta fortemente nos artistas (de todas as áreas) do nosso concelho: "OS NOSSOS SABEM FAZER CULTURA E NÓS QUEREMOS VER E OUVIR ESSA CULTURA"
Termina dizendo que "ALCOBAÇA É PARA SE VIVER!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

CONVITE

CONVIDAM-SE AS PERSONAGENS QUE CITEI EM POSTAGENS ANTERIORES, BEM COMO OS INCONFORMADOS DO PS A VISITAREM A TENDA SHEIK JUNTO AO MOSTEIRO.
PODEM AINDA TER A AGRADÁVEL SURPRESA DE ENCONTRAR ALGUM NOBRE ÁRABE E, QUEM SABE, AINDA COM ALGUMA LIGAÇÃO À NOBREZA ALCOBACENSE
PELO MENOS JÁ NÃO FICAM... COM TANTA FALTA DE CHÁ!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

MANIFESTO DO CLINIC

ALCOBAÇA COMENTAR A NOSSA TERRA APOIA O MANIFESTO DO CLINIC:
CLINIC MANIFESTO
Existem Leis que nem regras são...Importa reflectir sobre aquilo que se passa na noite de Alcobaça.
O Clinic fecha porque não dá mais para estar aberto.
Semanalmente a lei não é aplicada nem controlada pelas autoridades em Alcobaça - Alcobaça é possivelmnte a única cidade de Portugal onde 4 da manhã ainda é início de noite.
A culpa é do hábito que se criou de bares que devem fechar às 12h fecham às 2 da madrugada. Bares que deveriam fechar às 2h fecham a horas bem acima das 4 da madrugada.
O Clinic desiste porque acha que assim quem perde são os eventos que sempre se dignou a receber.
Quem perde é a própria população de Alcobaça que se deixa levar por este arrastar de horas de fecho de sítios que semanalmente passam imunes às autoridades em Alcobaça.
O Clinic fecha porque quer dizer basta e quer que com este fecho se comece a perceber que a pouco e pouco este desleixo está a matar a paixão da noite em Alcobaça.
Dar à noite de Alcobaça os horários que estão previstos na Lei.
Se existe Lei de Horários de Funcionamento elas deverão ser cumpridas, caso não sejam, as portas do Clinic continuarão fechadas.
Que se aponte o dedo a quem não cumpre.
Que se aponte o dedo a quem não faz cumprir.

Nuno Gonçalves
Clinic

(retirado do blog Terra de Paixão)

O pulmão verde no centro da cidade

Depois da aberração que fizeram frente ao mosteiro e de todas as consequências que daí derivaram, ficámos (felizmente) com o pulmão verde do belissimo jardim junto ao tribunal e ao edificio da câmara.

Pelo menos ali, ainda podemos respirar ar puro e usufruir de belas sombras onde as nossa crianças podem brincar, os idosos podem descansar e conversar e nós, podemos ler um livro em paz.

Temos também as belissimas esplanadas que, há anos, servem de ponto de encontro de amigos.

Vale a pena deslocarmo-nos ao centro para apreciar tão bela dádiva da mãe natureza em pleno coração da cidade.


Sejam sensiveis. Enquanto várias zonas do país se vão esforçando para criar espaços verdes, nós por cá, vamos tendo gente que, desgovernando, quer destruir o pouco que ainda nos resta.


Vá lá população de Alcobaça: não deixem que vos roubem mais um local de prazer; não deixem que, com isto, se ajude a desertificar mais a nossa bela cidade.


Levantem as vozes para manter o que não é deles - é de todos nós!