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Aqui pretende-se dar a conhecer o que de bom (e de menos bom) temos em Alcobaça.este blog é apenas a sequência do antigo blog "comentar a nossa terra".
Surge na sequência de um ataque informático encomendado por "um amigo" que não gostou da apreciação que dele aqui se fazia.
Este blog é a imagem das minhas opiniões e, como tal, sou a única responsável pelo meu livre pensamento.
Não me responsabilizo pelos comentários de terceiros, uma vez que não faço moderação dos mesmos

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Até nisto... quem tenta esconder que os "podres da investigação" venham a publico? Porquê?

Site de Carlos Cruz com problemas de acesso
08 de Setembro de 2010, 15:42 (sapo noticias)

O site de Carlos Cruz, www.processocarloscruz.com, está com problemas de acesso. Quando alguns utilizadores tentam aceder ao site são automaticamente direccionados para o godaddy.com, uma página de alojamento de sites na Internet.

Em declarações à Renascença, o advogado do ex-apresentador de televisão, Ricardo Sá Fernandes, afirmou que o site foi bloqueado por “pessoas que se entretêm a fazer essas coisas”.

“[O Carlos Cruz] teve necessidade de mudar o site para um servidor mais poderoso, mais fácil de defender desses ataques. Essa operação está em curso e, dentro de algumas horas, o site está de novo activo”, avançou Ricardo Sá Fernandes.

Antes do bloqueio do site era possível ver vídeos de reconhecimentos de locais onde alegadamente terão decorrido abusos e nomes de cidadãos portugueses ligados à política e apontados como possíveis abusadores.

(...)


Porque é necessário um site para explicar o que os juizes não tiveram coragem de fazer na "sumula"?

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

de nós para nós mas....nunca em eventos em Alcobaça!

Eu sou fã dos SA Marionetas.
Custa-me não os ter visto na Medieval de Aljubarrota (bem....mas também não se viu animação nenhuma por lá!....)
Felizmente, estiveram em Sta Maria e agora no Favante.Eu começo a não entender muito bem o "de nós para nós". Os SA Marionetes não são DE NÓS? E não podem actuar mais PARA NÓS?

domingo, 5 de setembro de 2010

Mais algumas palavras a não esquecer!

Outras coisas também não deixar de parecer estranhas.
Seguem-se declarações de um advogado que esteve do lado das "alegadas vitimas" (eu até acho que eles foram abusados mas....talvez esses sejam os que ficaram calados! Os que apareceram não seria para ter notoriedade ou...para venderem livros?)


Não se pode acreditar em tudo o que se ouve
Tal & Qual - 05.09.2003

"Como posso confiar em 32 testemunhas?", questiona Adelino consciente de que é necessário separar o trigo do joio. Ou, por outras palavras, distinguir quem tem credibilidade suficiente para ser constituído testemunha e, nas suas palavras, nem todos a têm.

O advogado garante que nem todos estão a falar verdade e fundamenta esta sua convicção com um episódio ocorrido no seu próprio local de trabalho, em Alcobaça, quando o escândalo já estava no auge.

"Uma das testemunhas, que ficou conhecida como João A., esteve no meu escritório, desabafou comigo e até chorou. Contou-me tudo sobre o Jorge Ritto e o Bibi e a respeito das casas em Colares e Cascais", conta. "Até revelou pormenores sobre as relações sexuais" que então manteve, continua.

Uns meses mais tarde, foi com surpresa que Adelino Granja o reconheceu na televisão, apesar de o rapaz se apresentar com o rosto disfarçado. Perante as câmaras, ele assegurava ter sofrido abusos sexuais por parte de Paulo Pedroso.

"Acho muito estranho não me ter dito nada. Até liguei para a madrinha dele e ela disse-me que o afilhado nunca tinha referido o nome de Paulo Pedroso. Não acredito nestas denúncias faseadas", conclui o advogado, que confessa imaginar-se algumas vezes no difícil papei dos que estão atrás das grades.

Sr Bastonário da Ordem dos Advogados - decida-se!

declarações de Marinho Pinto (Bastonário da Ordem dos Advogados)

-Havia respeito e garantias para os arguidos. Hoje são garantias formais, que não valem nada na prática. No caso Casa pia as pessoas estão presas há um ano sem saberem porquê. Pode haver pessoas inocentes ou culpadas...

...deviam ser presumíveis inocentes.

Deviam ser. Mas são presumíveis culpados, por isso estão presos. Podiam estar com uma caução, com uma pulseira electrónica, com a obrigatoriedade de não se ausentar... Mas não: estão presos e já a cumprir pena. Mesmo sem terem sido julgados. Depois ficam todos muito revoltados quando digo que os nosso tribunais se assemelham aos tribunais do Santo Ofício do que tribunais no Estado de Direito.
 
Vejam o que disse uns aninhos mais tarde:
 
Marinho Pinto considera "exagerada" referência de Carlos Cruz a tribunais plenários



Bastonário da Ordem dos Advogados diz que o aruido no processo Casa Pia exagerou ao comparar o julgamento que o condenou a sete anos de prisão aos tribunais plenários anteriores ao 25 de abril.



Lusa



13:32 Sábado, 4 de Setembro de 2010

Então, Senhor Bastonário? O que mudou? Terão sido os tribunais que actuavam antes do 25 de Abril? Os actuais não foram, decerto!...
A diferença estará entre a cosntactação ser sua ou de alguém que proclama injustiça nos nossos tribunais e má investigação no MP?

sábado, 4 de setembro de 2010

Simplex da Justiça

Se as pessoas se despirem dos seus interesses pessoais ou profissionais, e puserem a mão na consciência, vão concordar com o que eu vou escrever:
A justiça (cada vez com um j mais pequeno) não existe. hoje quem roube uma galinha vai preso, quem conduza uma carroça com burro, e em estado de alcolémia, paga um ordenado mínimo e fica inibido de conduzir qualquer veiculo (até um triciclo); quem viole uma filha fica em prisão domiciliaria; quem tiver divida às finanças pode ir preso; quem assalta à mão armada apenas tem de se apresentar, periodicamente, numa esquadra próxima; se um policia bate é um criminoso; se um criminoso bate num policia estava a defender-se do abuso policial;mas....se os directores e provedores de uma instituição como a Casa Pia são negligentes e permitem que "os garotos se comam uns aos outros" e que, pelo menos 1 deles seja promovido a vigilante - isso é normal!
Se um Mestre (professor da casa Pia) denuncia, desde 75, as práticas pedófilas e homosessuais na instituição e ainda é perseguido...- é normal!
Se numa investigação do ministério público (normalmente feita com o pessoal de cu sentado numa cadeirinha, apenas ouvindo quem lhes interessa....) não se tomam todas as medidas para encontrar culpados (e provas fidedignas, que os incriminem ou os ilibem,  sem margem para dúvidas) e para encontrar os verdadeiros culpados....
se há gente que se esconde no dever deontológico para não prestar esclarecimentos sobre assuntos em que, colegas são culpados, e sobre os quais, eles sabem de toda a verdade....
Se os pobres têm de aguentar com advogados fraquinhos para os defender porque, infelizmente, são a maioria que está ao serviço da S.S. (eu tive sorte apanhei um que achava que, quem não podia escolher, tinha ainda mais direito à atenção e profissionalismo de um advogado - eu fui uma sortuda!) e que se estão "borrifando porque mandam honorários de falsas reuniões (que nunca tiveram) e contas de telemóvel (quando exigiam que os clientes lhes ligassem).
Quantas pessoas são vitimas porque os juízes lêem os processos na diagonal? Quantas são as vitimas que foram mal sentenciadas e que, os advogados, alegando que nada haveria a fazer, não quiseram recorrer a instâncias superiores porque a S. S. tarda em pagar os seus honorários?
Quantas pessoas têm "cadastro sujo" por inércia, incompetência ou desleixo dos advogados e dos juízes que deveriam aperceber-se de uma má defesa?
Quantos processos são acelerados porque isso ajuda um amigo? Quantos são colocados no fundo da pilha porque os amigos estão em apuros? Quantos se atrasam para que amigos possam ser eleitos para um cargozito qualquer?
E quantos não têm a sorte de ter advogados que acreditando numa causa, não recebendo honorários, se mantenham ao lado dos seus clientes para os defender?
Quantos não gostariam de ter a força de um Serra Lopes ou de um Sá Fernandes e que levassem o caso até às últimas consequências por acreditar na inocência dos seus clientes?
Mas....quem gostaria que lhe fosse aplicada uma sentença de 7 anos de prisão sem que lhe fosse explicada a fundamentação para tal pena?
E quem gostaria de, embora provados 2 crimes, fosse sentenciado por cometer 3?
Que raio de justiça temos hoje?
Que raio de justiça permite que uma mancha no pénis migre de um arguido para outro (que, talvez por ser irmão de um juiz nem sequer foi a julgamento)?
Que raio de justiça é aquela em que se manda calar um advogado apenas porque ele, perante o facto de não lhe ser entregue o documento que mostra as razões da sentença do seu cliente, alvitra a hipótese de o acórdão nem estar redigido na integra?
Desculpem mas, cada vez mais, sinto que a inquisição (desta vez dos juízes e dos políticos) está de volta a Portugal.
Que se investigue decentemente, depois que se apresentem provas irrefutáveis e....depois, que se prendam os verdadeiros culpados pelas agressões físicas e psicológicas que os garotos sofreram.
Culpar e dar sentença de prisão a gente apenas porque, de contrário, o estado teria de dar belíssimas indemnizações? Ai....isso nem no tempo de Salazar!
Porque é que o Estado não paga ás vitimas por ter tido gente negligente a dirigir a casa pia?
se um pai não tem dinheiro por estar desempregado, por exemplo) para dar de comer aos filhos, sujeita-se a que uma das tais senhoras da segurança social (algumas com o 12º ano feito por RVCC) lhos mande retirar mas....o Estado que deixou que isto acontecesse e tomasse estas proporções, fica apenas no papelinho de manobrar para que, alguns dos seus elementos , embora referenciados, fiquem impunes.
Viva Portugal! Viva os direitos humanos de suspeitos e vitimas! Viva a actual falta de valores morais e de seriedade!
Ah, ....e se houver inquisição politica ou jurídica, cá estarei à espera que me prendam por delito de opinião!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

uma ajudinha ao professor, doutor, coordenador



Acredito que seja por falta de tempo para a leitura que, muitos (e alguns até doutorados) não conheçam esta parte da nossa história.
Não a conhecendo, não podem avaliar a sua importância para Alcobaça, quer a nivel cultural quer turistico.
Ridiculo é criticar apenas por criticar. Há que ler, estudar e só depois.....opinar!
E há sitios próprios para o fazer ou há uma alergia em falarem com o pelouro da cultura sobre este assunto? Talvez ficassem mais elucidados sobre os beneficios de se "explorar mais um episódio da história, do qual Alcobaça fez parte....

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Agora entendo porque há gente tão mal formada - com professores universitários deste calibre....

Já era vergonhoso ter um primeiro-ministro com uma licenciatura emitida a um domingo, numa universidade que nem sabe que ele por lá andou e com prova enviada por fax, não se sabe bem em que data....
Agora... temos um professor universitário,ainda por cima, coordenador.....que tem estas "tiradas" que ajudam imenso, quer a nossa história, quer um dos elementos principais de Alcobaça para o turismo:

Mitos, História e Violência de Género

Falar da história “Os amores de Pedro e Inês” é desvelar a mentalidade portuguesa num dos seus pilares estruturais – a mitogenia- que no dizer de Cunha Leão, “alastra Portugal de lés a lés”.
Parte do passado está contado por historiadores que, à falta de métodos de investigação, reproduzem o que não entendem. Aliás, a ciência neste meio é entendida por saber coisas: quando nasceu um rei, as amantes que teve, onde se casou, os filhos bastardos que gerou, as batalhas ganhas... Saberes equivalentes a bisbilhotices
Salvo raras excepções, a nossa historiografia está escrita e reescrita com base em mitos que reproduz como sinal de esterilidade intelectual e evasão pelo sonho. Chega-se a historiador abordando temas por clonagem e onirismo e, de palpite em palpite, escrevem-se livros perpetuando vacuidades. Com eles chega-se a catedrático e a presidente de academias. E num ápice, esta prosa faz-se “best-seller” para vender porta à porta por editoras que fazem dos leitores sócios.
A fábula de “Pedro e Inês”, passou para o imaginário colectivo como um mito de amor mas, em qualquer parte do mundo civilizado resume um crime e as prisões em Portugal estão repletas de casos “de amor” semelhantes.
O mito, longe de ser um fenómeno exclusivo da imaginação é também uma atitude intelectual que se desenrola no âmbito dos poderes factícios. E para sociedades tradicionais como a nossa não é apenas uma realidade objectiva. Este género de visão infantil ou pré-moderna é a única revelação válida da realidade.
Os mitos são como sonhos colectivos, neles fixam-se normas exemplares de procedimentos e actividades humanas significativas, equivalentes a esquemas mentais reais que sintetizam a ideologia e a cultura de um povo.
Não são explicações que satisfaçam uma curiosidade científica, mas relatos que revivem uma realidade original de aspirações morais. Vejamos este ponto: um homem casado pela igreja com uma mulher, assedia sexualmente outra praticando adultério. A assediada atraiçoa a patroa e tem filhos do patrão. Entretanto o pai do galante manda matar a amante do filho. O filho enraivecido lança o reino numa guerra civil, saqueia cidades e as terras dos assassinos, mata-os com requintes de sadismo, e arranca pelas costas o coração a um. Como não bastasse, desenterra anos depois a morta e obriga os súbditos a beijar a mão do cadáver putrefacto. Cenógrafa uma coroação digna de um filme de terror ou de práticas satânicas.
É isto uma história de amor? Adultério, traição, assassínios, mortes, violência, sadismo e práticas de necrofilia! É preciso ser-se inculto ou mentecapto para ver nestes actos modelos exemplares de moralidade e na memória de Pedro e Inês as virtudes que promovam uma terra, como se pretende com um logótipo.
E é curioso, segundo as leis de Deus, ver como as duas criaturas estando em pecado mortal se encontram num templo católico, junto do altar, a presidir aos actos religiosos.
Lamento como instituições de respeito como são a Igreja Católica, o Estado e as escolas perderam o sentido ético e estejam desnorteadas; senão não se via, por vezes, os estabelecimentos de ensino, em Alcobaça, a representar a cena satânica e necrófila do beija-mão e a Câmara a apoiar a iniciativa em nome da educação e da cultura, criando esta um logótipo como a sua imagem corporativa.
Conceber um logótipo sobre a ideia dum crime sexual medieval só mesmo de gente não evoluída ou mentalmente perturbada. Hoje promovem o logótipo; amanhã vêem-nos (com as falinhas gratuitas da «cidadania») condenar a violência entre os géneros, a segregação sexual e a violência doméstica.
O que é que tem o mito do Pedro/Inês para além dum acto de violência sexual? Um crime hediondo cometido pelo chefe da Nação! Confundir com amor o que fez o tal Pedro-o-Doido é um apelo ao crime. Pode um serviço público heroificar um criminoso seja ele um rei? Os que perpetuam essa selvajaria nas bandeiras duma Câmara, agência de turismo ou seja lá o que for como serviço público, são uns irresponsáveis. E não é para desculpar (ainda menos louvar) só porque é antigo, medieval, «romântico». Não era melhor condená-lo de uma vez para sempre? Perante quem concede foros de nobreza aos crimes sexuais, dá-me vontade de dizer, no caso de Alcobaça «Pobre terra que tais elites engendra!».
Percorram a Europa e vejam onde é que um serviço público faz uma coisa dessas!
E os párocos? Estão à espera de quê para se recusarem a celebrar missa diante da heroificação dum adúltero e dum criminoso sexual que foi Pedro-o-Doido?

António Delgado
Professor Coordenador
ESAD – CR

Mas sabem quais foram, na verdade, os grandes crimes de D. Pedro? qual a razão porque este "professor universitário" faz questão de o considerar "louco", "adultero" e "criminoso sexual"?
Simples, meus amigos - D. Pedro cometeu o crime de não viver até ao séc XXI para "comer a maçã" deste douto senhor e.... ainda teve o desplante de não ter vivido o suficiente para ser o par deste sr professor na sua participação da festa gay, que teve lugar no mercobaça.
Se o homem tivesse comido a maçã e tivesse sido seu compincha no festival gay, hoje, seria um herói de Alcobaça!
Quem entende esta mentalidade dos srs professores, doutores apenas nascidos em Alcobaça, mas que vivem defendendo os Espanhóis!

Quem tem telhados de vidro

É preciso lata para se enviarem determinados emails (para um porradão de gente, em especial para gente ligada à comunicação social regional, numa tentativa de conseguir "mais um tempinho de antena") com opiniões que vão contra a prática ou a "história de vida " do próprio autor.
Vou reproduzir um email, enviado para cerca de uma dezena de pessoas, por uma pessoa que tem vivido à base de "cunhas", de "puxar dos galões de descendência monárquica " (que nem sequer são seus), dos "conhecimentos politicos", dos antigos colegas de partido (de quem dizia mal e de quem , agora, é um dos melhores amigos), de um "amigo" actual que dizia ser um pretencioso com a mania que, ser doutor lhe dava estatuto para pretender ser vereador da cultura e nº 2 numa lista de independentes....
Estas são as razões para eu achar que o autor deste email é das pessoas mais crediveis de Lisboa? Moçambique? Alcobaça? Espanha? Ou....simplesmente, de Évora de Alcobaça....; defensor dos pobres, que tem como "hobby" tratar dos velhinhos, etc, etc, etc....

"Tempos de impasse



Em momentos de crise económica e de decadência da cultura ocidental assistimos a uma «ausência de planeamento - com - visão estratégica» para a gestão do património, na arte e na cultura; persistindo o mais poderoso instrumento jurídico - da CUNHA, a que Marechal Craveiro Lopes, apelidou de «mocada institucional» do «ancien regime», que o debilitou e feriu de morte.
Qual é a diferença entre o Instrumento Jurídico da CUNHA ou o da mocada institucional de Craveiro Lopes? Será que o Jobs for the boys não fazem parte da mesma filosofia do grémio? Ou será que as «regras da transparência», do «debate de ideias» e dos «concursos públicos e universais» já não são o apanágio dos homens de Abril?
O que é mudou? Tudo…
Os amigalhaços putrefactos do «ancien regime» foram substituídos por novos amigos ainda mais fétidos que os anteriores. Não basta um emprego, dinheiro, poder ou uma comendas para os membros do partido; contudo, para os «amigos: TUDO», sem reservas e sem etiqueta. Estas são as regras da 3.ª República construída - só - para os amigalhaços.
Conscientes que vivemos em tempos de impasses, atrevo-me a propor aos fabricantes da 3.ª república constitucional, que se deixem mover pelos valores da revolução francesa: Liberté, Igualité, Fraternité - universais, para todos; para os membros do partido, da família e para os amigos. Abdicando ao instrumento jurídico da CUNHA e à mocada institucional em cortesia à transparência universal almejada em Abril; proclamada «pelos amigos» do novo regime, em nome da limpidez democrática.



Paulo Bernardino
Investigador Social   (epa, isto é exactamente o quê?)
Universidade Pontifícia de Salamanca  (pago por quem?)


Que já não há vergonha nem principios morais - é dado adquirido e consumado mas....pagos pela Igreja para isto? - haja vergonha, bom-senso e, quando não se tem nada para dizer....vale mais....ficar na sombra (como prometeu!).

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Alguém que embora tendo testa prolongada não usa nem 2 dedos da dita cuja- parte I

É o caso dum senhor, supostamente detentor de todo o conhecimento e de toda a verdade, na comunidade alcobacense e que teve direito de antena no RC desta  semana.
Li o seguinte:
RC > Mas a determinado momento, deu a sensação de estar numa cruzada contra o antecessor, no cargo, Rui Rasquilho. Porquê?
PB > A minha cruzada é por Alcobaça. Rui Rasquilho tem o seu mérito, tem o seu valor próprio – não vou entrar em pormenores sobre os livros que escreveu, que são questionáveis –, é um alcobacense de mérito e uma pessoa qualificada, mas é um par entre pares, ou seja, é uma pessoa que tem de ser escutada, tal como centenas de outras pessoas, em pé de igualdade como os outros. Não tem um privilégio qualquer, tal como eu, um mero alcobacense que não tem privilégio de nada.

Caro senhor, a sua cruzada é por Alcobaça? O que fez por ela nos poucos momentos que por cá passa?
Quanto ao DR Rui Rasquilho (e deveria dar importância ao DR dele, já que faz tanta questão de dizer que o sr já fez 3 mestrados e está, há mais de um ano, para concretizar o doutoramento) é, de facto, uma pessoa de mérito e altamente qualificada e, não é um par entre pares, é alguém que, quando abre a boca sobre o Mosteiro ou sobre a época dos monges, sabe do que fala. É um Homem que estudou à sua custa, não tendo de recorrer a bolsas para estudar em Espanha, nem a instituições que deveriam canalizar o dinheiro para ajudar os carenciados e não, para formar gente intriguista e mentirosa; gente que usa emails falsos para lançar desconfianças sobre “pessoas de mérito e altamente qualificadas”.
(...)“não tem privilégio tal como eu”
 desculpe a pergunta, está a pôr-se em bicos dos pés comparando-se ao, culto e necessário alcobacense,  Dr Rasquilho? – Presunção e água benta, cada qual toma a que quer!
O Dr Rui Rasquilho tem “o privilégio” porque é competente, é interessado, é permanentemente estudioso e…não entra em tricas e intrigas medievais. Não viveu na corte, pelo que, não sabe fazer estes joguinhos de corte falida. Ele é um SENHOR!
“É aqui que reside o meu mal-estar.”
Errado! O seu mau estar reside no facto de nunca ter feito nada de proveitoso por Alcobaça. De ser um frustrado no CDS (do qual saiu sem explicar porquê), de ter destruído a candidatura do dr Pedrosa (que teve menos votos do que as assinaturas que recolhemos) e tudo por culpa sua – aliás, num “dos seus famosos emails” dirigidos a mais de 100 pessoas , disse que responderia pessoalmente pelo fracasoo, se fosse o caso. Já o fez?
O seu mau estar é que o “seu dividir para reinar” já não funciona nas mentes dos “saloios alcobacenses” (como adorava chamar-lhes, bem como o seu rival de então, mas comparsa actual).
O seu mal estar, tem a ver com o descrédito que detém em Alcobaça e porque gostava de ser dono da paróquia, do mosteiro, do jornal…..
(…) E os nomes já referidos não fazem parte das novas gerações, fazem parte de uma elite que tem governado Alcobaça contratudo e contra todos. Esta é a resposta de  uma sociedade feudal, que desejamos que acabe com esta geração. Há pessoas que se julgam donas do património de Alcobaça. E é contra isto que me debato. Há gente jovem muito boa no mercado, que são de Alcobaça e que não são meramente escutadas.

Os nomes citados fazem parte da história da cultura alcobacense. São gente que trabalham por e para Alcobaça e para elevar o seu nome não usando intrigas para vencerem na vida. São competentes e, como tal, têm o estatuto que merecem, ao contrário de alguns….que se encostam a crenças (sejam elas quais forem) para tentarem que percebam que existem.

Donos do património de Alcobaça? Ou os únicos que ainda fazem alguma coisa por ele?
Se conseguir, diga 1 só coisa que tenha feito para o bem deste concelho....eu aguardo.....aguardo.....sentada para não me cansar!
“Gosta de fazer um retiro no deserto”

Essa é uma boa noticia, que tal ficar por lá? Em Alcobaça já não há camelos!....
“e tem como “hobby” dar assistência à terceira idade.”

Dar assistência á terceira idade é um hobby? Não deveria fazer parte da sua cultura cristã? Não é um dever cívico de qualquer ser humano? Caro sr mestre, hobby é jardinagem, bordar, setc (desde que não seja a função principal). Cuidar dos carentes, idosos, crianças, animais, ambiente, etc, não é hobby, é um dever de quem tenha valores morais e boa formação pessoal. Nesta frase, conseguiu dar o retrato de quem, para tratar de gente muito carente, fica alojado num hotel de 5 estrelas em África….

“Este Papa não quer deixar ninguém impune na Igreja”

Assim sendo….tenha cuidado com este  Papa!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Afinal porque é que a medieval de Aljubarrota teve um retrocesso?

Há 7 anos que participo na medieval de Aljubarrota. Era uma feira  pequenina....pequenina....e, todos nós, com o nosso empenho, dedicação e teimosia, fizêmo-la crescer.
mas, este ano (e não venham com a desculpa da crise....) houve um retrocesso.
Na tentativa de abranger toda a vila, com inscrições a serem negadas (mesmo com autorização da vereadora para serem aceites), com funcionárias ausentes durante horas do seu posto de atendimento permanente, com as idas  e vindas das funcionárias entre o edificio das juntas e as tendas que, à forma de esperteza lusa, foram colocadas em nome de familiares (e até duvido que tenham pago terrado e aluguer de tenda), nada funcionou.
Estive calada até hoje porque, achei que deveria reunir primeiro com a vereação para colocar as questões levantadas pelos feirantes (os que andam no terreno e sofreram com a falta de organização e com guerrinhas de pequenos poderes) mas, dado que a reunião foi desmarcada e a adiada para Setembro (altura em que já não faria sentido falar sobre o assunto), há que fazer a critica do evento na hora certa e não.....mais tarde, apenas para não ter impacto em quem lê.
Sempre fui defensora desta equipa da cultura mas.... Aljubarrota, para mim, está primeiro e, como tal, o rescaldo deste fracasso deveria ser imediato.
 Adiar é um erro politico que nos faz perder a vontade de lá voltar e, os politicos parecem esquecer que, o que se podia resolver entre portas, com a falta de resolução imediata, torna isto numa bola de neve.

O que correu mal? Epa, isto vai ser longo....

  • A montagem das tendas não deveria ser feita em cima do evento - às 15h 30m ainda se andavam a montar panos

  • A meio do evento (2º dia) ainda se andava (em hora de evento a decorrer) a mudar tendas de localização

  • Na rua Direita, as tendas tinham espaços, entre si, de cerca de 50m, o que fazia as pessoas desistirem de a percorrer na integra

  • Os turistas e demais visitantes iam ao largo por detrás do centro comercial e, se não fossemos nós a dizer que havia mais tendas no Largo da igreja, voltavam para trás

  • Os restaurantes instalados junto à Igreja de Prazeres tiveram tão pouca afluência que chegaram a ter de deitar comida fora

  • os WCs amoviveis, que no minimo levariam as pessoas a este largo, foram, este ano, colocados junto à escola primária.

  • Foi usado um largo, bem escondidinho, por detrás da igreja, onde as pessoas só iam "empurradas" pelos comerciantes que estavam junto ao poço

  • os fios de electricidade foram colocados de forma a que um carro de fogo não passaria (uma simples camioneta de um feirante levou um fio à sua frente, destruindo uma tenda)

  • O Largo do Pelourinho parece estar reservado sempre aos mesmos, com especial atenção para uns franceses que têm um protocolo qualquer com a CMA, com as bancas das funcionárias do pelouro da cultura (fazendo com que elas descuidassem o seu serviço) e com uma pastelaria de Alcobaça (a pastelaria Padeirinha foi descurada neste evento, talvez porque, da única vez que foi convidada, foi colocada ao sol a vender doces com cremes).


  • A alimentação dos bombeiros que, prontamente, estiveram de serviço ao evento não foram acauteladas o que originou uma recusa por parte de uma colectividade participante (e uma das que tem sempre lugar cativo no parque infantil) em dar de comer a estes soldados da paz

  • Os Wcs PÚBLICOS estavam sempre nojentos - falta de um papel afixado com a data, hora e funcionária responsável pela limpeza e manutenção, papeis pelo chão, falta de papel higiénico e sabão para mãos....(sorte a ASAI não se ter lembrado de visitar o evento) Tentando contactar a funcionária da câmara de piquete, tal não foi possivel em todo o recinto. Mais tarde percebeu-se que tinha estado numa tenda de comestiveis toda a noite.

  • andando a caminho da igreja de S. Vicente, volta a mesma situação: falta de iluminação, bancas demasiado distantes entre si e falta de animação que levásse os visitantes a seguirem o seu percurso.

  • Os eventos (alguns privados e escondidos, para não percebermos para onde tinha ido o nosso dinheiro e quem ia comer à conta) eram deficientemente anunciados e, em muitos casos, nem o eram.

  • Teatros de rua? 4 malabaristas para todo o recinto!


  • Recriações a contar a história da batalha, da vila, das lendas, dos monumentos, etc? Zero!

  • Só no sábado foram afixados placards com o programa. Os feirantes, ao serem abordados pelos visitantes (e dado que não lhes tinham sido fornecidos flyers com o mesmo), largavam as suas tendas e dirigiam-se à junta na tentativa de lhes fornecer informação - azar: funcionária da cãmara? Num desfile! Alguém que desse informação? Zero! Apenas uma funcionária da limpeza que "de má cara" dizia que não sabia de nada e que não estava lá para dar informações nem sabia onde se podia obtê-las - grande imagem que demos!
Mas tudo isto aconteceu exactamente no ano em que se decidiu colocar os feirantes a pagar. Eu sei que noutras terras temos de pagar mas....com contrapartidas: nalguns casos alojamento, noutros alimentação e, sempre, tudo organizado a tempo e horas.
Milagre fazia o secretário do pelouro da cultura tentando colmatar o que a incompetência de algumas funcionárias fazia adiar o evento. Mas, logo que a sua presença deixou de ser sentida, começou a "rebaldaria".
Nem os que lutaram para fazer crescer o evento, durante 7 anos, foram respeitados - em muitos casos (que felizmente e pela 1ª vez não foi o meu caso) foram "desterrados", os seus pedidos não foram atendidos e, muitas vezes, as pessoas respondiam com arrogância. Como se "agora que  o evento já é conhecido, vocês já não são úteis".

É triste que Aljubarrota, que nunca é premiada com nada durante todo o ano, num evento que traz milhares de pessoas ao concelho, trate os que trabalham e os que nos visitam desta forma.

Continuo, no entanto, aberta a dar mais explicações sobre o caso, se a CMA tiver interesse em conhecer, de facto, o que se passou, pois a recolha de opinião que nos foi enviada era tão pobre como a organização do evento.
Claro que, contando isto publicamente, corro o risco de, no próximo evento, ser colocada num beco pouco visivel, quiçá sem luz ou, na pior das hipóteses, a minha candidatura ser recusada! É o risco que se corre por defender Aljubarrota e o evento que nos custou muito a ver crescer.

Mais um email que nos dá que pensar

Cada vez são mais os casos em que os politicos apregoam algo que, na prática, contrariam.
O texto e os comentários que se seguem não são da minha autoria mas, tal como o autor diz na sua última frase: é um dever de cidadânia denunciar.

"Mais uma !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Manuel Alegre vai receber uma reforma de 3.219,95 euros mensais pelo

cargo de coordenador!!! de programas de texto da Rádio Difusão

Portuguesa que ocupou por alguns meses!!!!. A informação faz parte da

lista dos aposentados e reformados divulgada pela Caixa Geral de

Aposentações (CGA), citada pelo Correio da Manhã.

Em declarações ao jornal, Alegre garantiu que nem se lembraria da

reforma!!!, se não fosse a CGA a escrever-lhe uma carta. O deputado

explicou que foi funcionário da RDP durante «pouco tempo», já que

começou a trabalhar na rádio quando voltou do exílio, após o 25 de

Abril, e saiu em 1975 quando foi eleito deputado, cargo que ocupou

desde então.

«Nunca mais lá trabalhei, mas descontei sempre», disse o deputado.
Comentários:

Descontou sem trabalhar !!!

Como? Num recibo de vencimento que nunca recebia... (se não trabalhava lá)

Tantos anos e nunca se questionou ???

Mas que maravilha, descontar e andar pelos corredores da Assembleia da República!!!

Mais um rico exílio.

Mas que belo exemplo este, e vai concorrer para PR !!!!!!!!!!!!

Sério, sério, mas afinal é tão vigarista como todos os outros.

É um dever de cidadania dar a conhecer estes casos...

domingo, 22 de agosto de 2010

é apenas uma anedota mas espelha bem o que se passa em Portugal

Um emigrante de Angola chega a Portugal Lisboa!

No seu primeiro dia, decide sair a ver os arredores da sua nova cidade.

Andando rua abaixo em Lisboa, pára a primeira pessoa que vê e diz: Obrigado senhor Português por permitir-me estar em este país onde me deram casa e comida grátis, seguro, médico e educação grátis, obrigado.

A pessoa sorri e reponde: '... Sinto muito mas eu sou ucraniano! '

O Angolano continua rua abaixo e encontra a outro que caminhava na sua direcção e diz: Senhor português, obrigado por este país tão belo que é Portugal.

A Pessoa responde: Sinto muito mas eu não sou português sou brasileiro.

O Angolano continua o seu caminho pára a seguinte Pessoa que vê na rua cumprimenta-o e diz: Obrigado por este país tão belo que é Portugal.

A Pessoa após o cumprimentar diz: Muito bem mas eu não sou português sou Marroquino.

O Angolano continua o seu caminho e, finalmente, vê uma senhora morena e mais ou menos bem vestida que vem a seu encontro e pergunta: Você é Portuguesa?

A mulher sorri e diz: Não, sou cigana e sou romena.

Estranho e confuso o angolano pergunta: Mas onde estão os portugueses?

A cigana olha-o de cima abaixo e responde: Espero que a trabalhar para nos sustentar.

sábado, 21 de agosto de 2010

ele sabe do que fala...

"Não sei para que é que querem gastar dinheiro no TGV, quando poderiam com o mesmo, oferecer um Porsche a cada português."


Luís Campos e Cunha - ex Ministro das Finanças

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Ainda há CDS em alcobaça?

Irão dizer-me que também têm direito a férias!
Evidentemente que sim mas, A CDU, o PSD e o PS trabalham e aparecem sempre e....o CDS?
Parece que só aparece para as suas próprias estruturas se contradizerem: no caso PDM, o deputado diz algo que, é imediatamente desdito pelo presidente da concelhia.
De resto, e ao contrário do que acontecia na presidencia da concelhia anterior, o CDS apagou.
Alcobaça ainda teve, por exemplo, a visita de Paulo Porta e Teresa Caeiro.
Agora? Nem o presidente da concelhia aparece para opinar sobre qualquer assunto.

Isto não é bom para a democracia. É necessário a participação efectiva de todas as forças politicas na construção do nosso futuro.
Felizmente, temos os 3 grandes atentos ao que se passa, comentando ou criticando mas, sempre On.

Terá o CDS mudado de Continente?

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Os bombeiros não servem só para quando precisamos deles

Há pouco tempo perdemos um bombeiro que pereceu defendendo outras vidas.
Isto deveria ter servido para as pessoas aprenderem a respeitar estes homens e mulheres que nos protegem de forma graciosa.
Infelizmente, muita gente não é sensivel a estes actos altruistas. Para muitos, umas notinhas de euros é motivo mais importante do que tratar bem esta gente, de quem tanto precisamos.
Foi com perplexidade que tomei conhecimento de que, uma colectividade de Aljubarrota, recusou servir, gratuitamente, alimentação aos bombeiros que, a titulo gratuito, estavam de serviço na feira medieval.
Desculpem mas considero isto vergonhoso!
Uma colectividade existe para servir a comunidade (para tal têm isenção de impostos e apoios). Os bombeiros estavam lá para ajudar a resolver situações criticas e é vergonhoso que, uma colectividade isenta de impostos (e como tal suportados por todos nós), tenha tido esta atitude!
Já não bastava a concorrência desleal que fazem aos cafés que pagam impostos....
Como habitante de Aljubarrota e como feirante, agradeço aos bombeiros o sacrificio e peço desculpa por tal actuação. Ela não revela, de forma alguma, o sentimento desta população em relação ao vosso árduo trabalho