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ALCOBAÇA-COMENTAR A NOSSA TERRA
Surge na sequência de um ataque informático encomendado por "um amigo" que não gostou da apreciação que dele aqui se fazia.
Este blog é a imagem das minhas opiniões e, como tal, sou a única responsável pelo meu livre pensamento.
Não me responsabilizo pelos comentários de terceiros, uma vez que não faço moderação de comentários
sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009
Boas ideias e muitos jobs for friends
quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
Mas ainda há mais a comentar
Acácio Barbosa, que criticou a ausência de algumas medidas, “como o gabinete do empresário, uma forte aposta no turismo, uma maior atenção à actividade empresarial e industrial e extensões da Biblioteca nas freguesias”. Os socialistas não se ficaram apenas pelas críticas, tendo elogiado a iniciativa de solidariedade ‘Alcobaça Amiga’, lembrando que foi uma acção semelhante à defendida em campanha pelo PS.
O Região de Cister desta semana tem muito para ser comentado
Tenho muito prazer em lhes dar os parabéns pela iniciativa de apoio ao CEERIA. Também a empresas que se associaram a este projecto estão de parabéns. Este é o tipo de movimento solidário que eu gosto de ver.
Também aqui o presidente da Câmara me surpreendeu pela positiva. Este presidente mostra ser diferente do seu antecessor: mais humano e virado para as causas sociais. Gostei sinceramente!
Mas o Rc traz mais e não posso deixar de aqui colocar uma parte da entrevista feita por Joaquim Paulo a Isabel Vigia. Neste excerto vê-se, claramente, que tudo o que, há 1 ano foi denunciado contra João Paulo Pedrosa, presidente da Federação do Ps Leiria, afinal, também é visto por uma ex-deputada:
(...)
RC > Como viu o processo de escolha dos candidatos pelo distrito? Ficou magoada?
IV > Defendo que terá sempre que haver renovação, mas penso que este não foi processo bem conduzido.
Aliás, o que se comprova com o que sucedeu aquando das eleições para a Federação. Apresentei uma lista, não como candidata à Federação, mas à Comissão Política, que não foi aceite à própria da hora, com a justificação de que não cumpria os estatutos.
A razão é que nos sete suplentes finais, eu tinha seis mulheres seguidas. Acontece que na Comissão Política Nacional do PS os últimos suplentes são só mulheres… Apresentei uma lista de delegados, porque queria intervir na Distrital, mas também sabia que se tivesse apoiado João Paulo Pedrosa tinha mantido o lugar de deputada. Porém, sou coerente e não podia apoiar politicamente alguém que, em 2005, integrava a Federação de Leiria e que também contribuiu para que João Benavente tivesse sido o cabeça de lista do PS à Câmara da Nazaré, contrariando e interferindo na Concelhia.
Não estou na política por inte
quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009
TGV- os erros do projecto
conversa pública no Armazém das artes
O alcobacense Hugo Matias tem 35 anos é Geofísico Sénior na REPSOL EXPLORAÇÃO (Madrid). Investigador na Faculdade de Ciências da Univ. Lisboa,Licenciado, Mestrado e Doutoramento em Geofísica.
Em 1996 iniciou a carreira como Coordenador de Prospecção Electromagnética no Instituto Geológico e Mineiro
Em 1997 foi contratado pela PARTEX onde desenvolveu actividades de
exploração no Brasil, Cazaquistão e Médio Oriente.
Em 2005 e na sequência do seu doutoramento sobre o potencial petrolífero do Algarve foi contratado pela REPSOL onde foi um dos responsáveis pela recente descoberta de petróleo em Espanha que triplicaram a produção de petróleo em Espanha.
segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009
EB1 Aljubarrota
Epa, desculpem a minha ignorância (provavelmente serei eu a não conhecer bem a vila...) mas... Vão fechar a rua até Julho?
A rua tem sentido único a partir do poço, é a única forma de acesso a metade da Rua Direita. Se colocarem contentores em frente à entrada da escola, como passa uma ambulância? Vai dar a volta à igreja de Prazeres?
Se os pais já se queixavam dos contentores onde eles estavam, o que vão dizer agora que vão "para o outro lado da rua"?
Estranho que haja um belissimo salão paroquial e os meninos não possam ter aulas lá até Julho...
Isto não me parece justo. Terão de ser sempre as nossas crianças sacrificadas para "não incomodarem"?
E porque é que, embora o sr vereador tivesse dito que a escola ia ser contemplada com um refeitório, agora se tenha vindo a saber que "essa informação foi um erro" pois a misericórdia serve muito bem as nossas crianças?
Disso eu não duvido, mas não seria mais lógico a misericórdia fazer as refeições nas suas instalações e dá-las às crianças no refeitório da escola, evitando que elas tivessem de fazer o trajecto ao frio e à chuva?
Bolas, custa assim tanto usar a carrinha para o transporte da alimentação e de uma funcionária, ao invés de usarem 2 só para garantir o transporte das crianças?
De facto, há coisas que não entendo! Podia continuar a ser a misericórdia a receber pelo serviço mas facilitaria fazê-lo no refeitório da própria escola.
Alguém me sabe responder a isto?
domingo, 13 de Dezembro de 2009
outras de Aljubarrota
Escola Básica:
Felizmente e cumprindo uma promessa feita pelo vereador das obras, a escola de Aljubarrota tem uma vedação que impede as crianças de ter acesso aos pontos perigosos. Será um sinal de que o resto irá ser cumprido? Acredito que sim.
Semáforos:
Agradecemos a prontidão com que o caso dos semáforos junto à misericórdia foi resolvido. Falta apenas resolver o caso dos que estão em frente ao Brites de Almeida e, já agora, falta resolver o caso do muro que está em vias de cair para a estrada no passeio que permeia entre o café Torcato e a Igreja de S. Vicente. Esperemos que não seja resolvido apenas depois de se dar algum acidente!
Despedida
Há um ano atrás fizemos noticia de uma senhora que fazia 100 anos. Natural da Lagoa do cão, residente em Chiqueda após o seu casamento com Emílio Farelo, a dª Ana Joaquina (agora com 101 anos) despediu-se de nós no dia de Dezembro. A todos os seus amigos e familiares deixamos aqui as nossas sinceras condolências
Assembleia de Freguesia de Prazeres
A Assembleia de Freguesia reuniu no passado dia 11 e foram discutidos os seguintes pontos: Actividades da Junta; Regimento; Orçamento/2010; Revisão Orçamental; Grandes Opções do Plano; Regulamento e Tabelas de Taxas e Licenças; Protocolos.
No essencial foi deliberado que o tempo de intervenção do público (que infelizmente parece não estar muito interessado em participar nos destinos da freguesia) passaria a ser de 15 minutos no inicio e mais 15 no final; que havia necessidade de criar espaços em todas as localidades onde se desse conhecimento à população das datas das assembleias, bem como da ordem de trabalhos. Foi aprovado o orçamento para 2010, tal como foi aprovado o orçamento rectificativo de 2009. Foram apresentadas as prioridades do executivo para o próximo ano: alargamento do cemitério de Aljubarrota, pavilhão e moinho da Lameira, Estrada D. Maria (Moleanos) e as obras da escola básica de Aljubarrota.
Foram ainda dadas a conhecer as normas que regulam as taxas e emolumentos da freguesia.
Da parte do público foram levantadas questões em relação a declarações do Presidente da câmara em relação à passagem do tgv, o caso da transladação dos corpos dos militares que pereceram na Guiné durante a guerra do Ultramar, as obras da escola básica, a ilegalidade cometida pelos caçadores na Lameira e os acessos na Lagoa do Cão.
Fomos ainda informados que a junta de Prazeres lançou a 1ª edição do boletim informativo que passará a ser trimestral. Aqui dá-se conhecimento das obras feitas, das festas a realizar e conta-se um pouco da história da freguesia
De estranhar e lamentar a pouca afluência da população que teima em só aparecer nas Assembleias “quando os casos lhes dizem efectivamente respeito directamente e pessoalmente. A participação cívica não se deve limitar à colocação do voto na urna em dia de eleições. É nosso dever informar os eleitos e nosso direito sermos informados por eles mas…. Para isso temos de lá ir. Não vos parece?
Todos os anos se repete a história
A caça deve ser um desporto nobre. Quem a pratica deveria respeitar as suas normas e leis.
Na Lameira, isto não acontece. Os caçadores desrespeitam quem lá habita. Já não temos liberdade para ter as nossas crianças a brincar nos quintais.
Os caçadores parece não se terem apercebido que esta localidade cresceu em número de habitações e continuam a caçar a poucos metros das habitações.
No dia 8 houve necessidade de chamar as autoridades uma vez que as habitações de um bairro estavam a “sentir chover” fragmentos de chumbo.
Os terrenos particulares também não são respeitados.
Alguém tem de tomar medidas sobre isto. Não podemos esperar que haja um “acidente” para, depois, se fazer algo para evitar outros.
Estes casos vão ser comunicados à Associação de Caçadores e à junta de Freguesia na esperança que sejam tomadas medidas preventivas,
Onda de assaltos
Na madrugada de 6 para 7 de Dezembro houve uma onda de assaltos na freguesia de Prazeres.
Na calada da noite e ao abrigo de muita chuva e muito vento os assaltantes visitaram uma pedreira, um café, uma loja de rações e a colectividade do Casal do Rei. O “passeio” contemplou Lagoa do Cão, Casal do Rei e Lameira.
Na colectividade Amigos do Casal do Rei para além do roubo da máquina de chocolates (que veio a ser recuperada pela Gnr em Lagoa do Cão) ficou o prejuízo de uma janela rebentada.
No entanto, embora fosse uma noite de chuva e muita lama, os assaltantes foram muito asseadinhos: por estranho que pareça, não havia pegadas e até o papel que estava colado na janela apareceu no exterior e…sequinho!
Dada a extensão de terreno e o quase isolamento de determinadas localidades, o nosso concelho tem uma necessidade urgente de ter mais policiamento. Há que fazer pressão para termos mais efectivos da GNR a fazer rondas com regularidade nestas zonas.
Que segurança podemos esperar de um concelho com tão poucos agentes ? A Câmara não pode fazer pressão para resolver este problema?
quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
Resolução do Conselho de Ministros nº 64-A/2009 de 06-08-2009
A Resolução do Conselho de Ministros n.º 30/2006, de 23 de Março, determinou a elaboração do Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo (PROTOVT) para a área territorial integrada nos municípios do Oeste, da Lezíria e do Médio Tejo.
A determinação de elaboração do PROTOVT obedeceu ao estabelecido na lei de bases da política de ordenamento do território e de urbanismo, aprovada pela Lei n.º 48/98, de 11 de Agosto, e no regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, no que se refere aos instrumentos de desenvolvimento de âmbito regional, e inscreveu-se num contexto alargado de iniciativas de planeamento de base territorial, que envolveu a conclusão, aprovação e entrada em vigor do Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT), aprovado pela Lei n.º 58/2007, de 4 de Setembro, a elaboração simultânea de planos regionais de ordenamento do território para todas as regiões do continente que não dispunham ainda deste instrumento e, ainda, a elaboração de planos e a tomada de decisões de natureza sectorial com forte repercussão no território.
(...)A elaboração do PROTOVT foi acompanhada por uma comissão integrada por entidades e agentes nacionais, regionais e locais diversificados e correspondeu a um período privilegiado de reflexão estratégica multisectorial e de ponderação de várias esferas de interesses no âmbito regional.
É ainda de salientar que o PROTOVT teve em consideração a elaboração e aprovação do Programa de Acção para os Municípios do Oeste (Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras) e Municípios da Lezíria do Tejo (Azambuja, Cartaxo, Rio Maior e Santarém), a Realizar entre 2008 e 2017, aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 135/2008, de 9 de Setembro, sendo estes dois instrumentos de natureza diversa mas complementar e convergente.
A aprovação do PROTOVT dá cumprimento ao previsto no quadro legal aplicável, contribuindo para a construção do edifício jurídico e regulamentar que a lei de bases estipula em matéria de instrumentos de desenvolvimento territorial da competência do Estado. Neste quadro, o PROTOVT fornece o referencial e as orientações estratégicas para os trabalhos de revisão dos planos directores municipais dos concelhos da Região, cujos tempos médios de vigência aconselham uma actualização generalizada, bem como para a elaboração e alteração de planos de natureza sectorial e especial.
A aprovação do PROTOVT oferece, também, fundamento de decisão no âmbito da aplicação do Quadro de Referência Estratégico Nacional 2007-2013, constituindo-se o PROT como um instrumento essencial para enquadrar a gestão desconcentrada de subvenções financeiras e para fundamentar a validade e o mérito, em matéria de desenvolvimento regional, das acções candidatas a financiamento comunitário, aspectos com especial pertinência na área geográfica da Região de Lisboa e Vale do Tejo, onde prevalecem responsabilidades repartidas de gestão de fundos.
O PROTOVT explicita uma visão de desenvolvimento ambiciosa para a Região do Oeste e Vale do Tejo, ancorada numa forte sinergia de acção com a Área Metropolitana de Lisboa, no quadro da grande região de polarização metropolitana, e numa potenciação da posição geográfica de charneira, no contexto nacional e internacional, sustentada pelas diversidades e especificidades sub-regionais. Neste quadro, o PROTOVT define as grandes opções estratégicas de base territorial para o desenvolvimento regional, o modelo organizativo espacial e as orientações estratégicas e normativas conducentes a esse desenvolvimento.
a) Ganhar a aposta da inovação, competitividade e internacionalização através da renovação do modelo de crescimento económico, da qualificação da base territorial, da utilização eficiente das infra-estruturas, do fomento da iniciativa empresarial e da qualificação dos recursos humanos;
b) Potenciar as vocações territoriais num quadro de sustentabilidade ambiental através da protecção e valorização dos recursos naturais, patrimoniais e culturais, do desenvolvimento sustentável das actividades de turismo e lazer, da potenciação das actividades agrícolas e florestais, da produção e gestão da energia e da gestão dos perigos e riscos;
c) Concretizar a visão policêntrica e valorizar a qualidade de vida urbana através do reforço dos subsistemas urbanos regionais, da qualificação dos centros urbanos, da dinamização do turismo e lazer alternativos e da qualificação dos recursos humanos;
d) Descobrir as novas ruralidades através do reforço da competitividade das fileiras da produção agrícola, florestal e agro-florestal, da consolidação da agricultura de regadio e da inovação na articulação urbano-rural.
A entrada em vigor do PROTOVT implica a revisão e alteração generalizada dos planos directores municipais em vigor, para efeitos de incorporação coerente e integrada das suas orientações e directrizes, bem como a alteração dos planos especiais de ordenamento do território e demais planos naquilo que não cumpram o preconizado pelo Plano Regional.
Foram tidas em conta as opções estratégicas de desenvolvimento enunciadas e as principais fragilidades de organização e utilização do território, nomeadamente em matéria de construção indiscriminada no solo rural ou de construção na faixa costeira de 500 m, bem como as alterações de fundo preconizadas para os regimes de ocupação e uso do solo em domínios específicos, como o do turismo. Com base nessa ponderação, considera-se que a manutenção das disposições dos planos vinculativos dos particulares, no que concerne a estas matérias, gera incompatibilidades objectivas com o PROTOVT. Por isso, devem ser desde já adaptadas ou suprimidas as disposições que lhes dão origem, no âmbito do disposto na alínea c) do artigo 97.º do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro.
Nessa medida, considerando a importância estratégica da implementação da estratégia regional de ordenamento constante do PROTOVT, são identificadas as incompatibilidades manifestas com o PROTOVT. Neste âmbito, tendo em conta o reconhecido interesse nacional e regional na completa e efectiva implementação do PROTOVT, estabelece-se que, caso os municípios não procedam à adequação referida, prevista no artigo 97.º do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, os preceitos identificados como incompatíveis são suspensos, nos termos da alínea a) do n.º 2 do artigo 100.º do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro.
O PROTOVT incorpora indicadores de realização e de resultados destinados a aferir a implementação do próprio plano e a inerente evolução do desempenho da Região e preconiza novos modelos de governação, designadamente a instauração de uma estrutura de monitorização, avaliação e gestão. Esta estrutura integra uma comissão de acompanhamento consultiva, de composição similar à que efectivou o acompanhamento da elaboração do Plano, e comissões de gestão operacional especializadas e flexíveis, formadas a partir de um núcleo base restrito de entidades que garante o funcionamento de um observatório regional.
Pretende-se com a estrutura de monitorização, avaliação e gestão garantir não só a observação sistemática e abalizada das dinâmicas de desenvolvimento de base territorial mas, sobretudo, dar continuidade ao envolvimento dos parceiros interessados, conseguido desde a fase de elaboração à fase de implementação do PROTOVT, e fomentar as condições propícias a um exercício continuado de planeamento e concertação.
O presente Plano Regional tem em consideração o interesse público regional da implementação de um modelo de ordenamento para a Região do Oeste e Vale do Tejo coerente e alicerçado em estudos técnicos fundamentados.
O PROTOVT foi objecto de intensa participação pública durante a sua elaboração e alvo de discussão pública no período que decorreu de 2 de Junho a 4 de Agosto de 2008, bem como de avaliação crítica e parecer de instituições universitárias, nos termos do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com os resultados e efeitos registados no relatório da participação pública.
Nos termos da alínea a) do n.º 2 do artigo 59.º do Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, na sua redacção actual, foram acordados com as Câmaras Municipais de Abrantes, Alenquer, Alcanena, Alcobaça, Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Bombarral, Caldas da Rainha, Cartaxo, Chamusca, Constância, Coruche, Entroncamento, Golegã, Ferreira do Zêzere, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Ourém, Peniche, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Santarém, Sardoal, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras e Vila Nova da Barquinha as formas e os prazos de adequação dos planos municipais de ordenamento do território.
Foram ouvidos, para efeitos da alínea a) do n.º 2 do artigo 100.º do regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, os municípios de Abrantes, Alcanena, Alcobaça, Alenquer, Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Cartaxo, Chamusca, Constância, Coruche, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Golegã, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Ourém, Peniche, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Santarém, Sardoal, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras e Vila Nova da Barquinha, tendo-se promovido a audição dos municípios de Arruda dos Vinhos e de Sobral de Monte Agraço.
quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
De facto, os problemas existem mas, poderemos estar constantemente a cobrar a esta equipa autárquica (que tomou posse há tão pouco tempo) que resolva, de repente, todos os erros do passado?
O nosso papel, como cidadãos, é o de alertar e deixar seguir a governação tendo em conta as prioridades da altura em que estamos.
Alcobaça encontra-se numa situação critica: há que fazer omeletes sem ovos....
Preocupa-me o que se pode fazer e que não se faz por interesses alheios ao concelho mas... há que ter memória!
Há um tempo atrás, tive conhecimento que um dos proprietários de grande parte dos edifícios em ruínas da cidade de Alcobaça é alguém que clama o dever da câmara em intervir e ajudar na recuperação dos edifícios.
Por estranho que pareça, quem reclama esses deveres por parte da câmara nada tem feito para os recuperar ( e são propriedade sua) mas, diz-se católico, um benemérito para com instituições de solidariedade social, enfim.... um mártir, quase um auto-santo.
Isto parece estar a tornar-se um hábito: as pessoas usam o social e o religioso para taparem o que, de facto, é o seu dever.
Um Homem de valor não precisa de colocar outdoors dizendo ser benemérito e religioso. é-o quando não se servem disso para cobrar seja o que for. Não faz parte de um curriculum. Se fosse atitude desinteressada não seria usada para publicidade ou promoção.
Não vejo nenhum anónimo a propagar esta bondade toda, até muito pelo contrário. Talvez porque, no fundo, todos saibam que, para alguns, estas atitudes apenas servem para deduzir nos impostos e não para fazer o bem.
Eu também acho que os prédios têm de ser recuperados mas, vamos pedir à câmara que faça o que tem de fazer sem ter uma atitude arrogante e ofensiva.
Vamos, entre todos, propor soluções ao invés de criticas de gente mal-amada que não sabe apresentar propostas de solução.
Vamos esquecer o que foi, ou não, feito até aqui e vamos todos dar as mãos para que, começando do zero, possamos dar a volta a tantos problemas que o nosso concelho tem

